terça-feira, 19 de junho de 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
YAMATO Palmat Automatic (1961)
401 - YAMATO Palmat Automatic (1961)
Uma precursora da exposição automática, de pequenas dimensões e grande visor, que foi vendida com vários nomes.
O fotógrafo escolhe uma das velocidades, de acordo com a sensibilidade do filme, e a Palmat determina a abertura adequada. Usa fotómetro de selénio à volta da lente.
Lente luminor 40mm, 1:4
Filme 135 Fuji Velvia datado 2015.
terça-feira, 29 de maio de 2018
quinta-feira, 24 de maio de 2018
quarta-feira, 2 de maio de 2018
LUMIÉRE Sterelux I (1933)
398 - LUMIÉRE Sterelux I (1933)
Uma estereoscópica francesa com duas objectivas Lumiére Anastigmat "Spector", f=85 mm 1 : 4,5.
Produz duas fotografias 6X6, lado a lado, em rolos 116.
No caso vertente foi usado um rolo Kodak Verichrome Pan datado 1974. Fotografou no porto de pesca de Sines.
Como um dos obturadores está irremediavelmente avariado fotografei apenas com um dos lados. Na composição mostrada mais abaixo usei duas imagens iguais na posição em que estariam as imagens esquerda e direita, para obtenção do efeito tridimensional.
sexta-feira, 30 de março de 2018
MMZ Shkolnik (1962)
397 - MMZ Shkolnik (1962)
Shkolnik significa estudante, e eram esses os destinatários da produção da MMZ (Fábrica Mecânica de Minsk).
Tem o corpo em plástico e um lente de dois elementos 75mm, f8. Foco fixo de 3m a infinito e velocidade fixa 1/30.
Faz 6x6 em rolos 120, neste caso Fuji Acros 100.
Fotografou no Estoril.
quarta-feira, 28 de março de 2018
quinta-feira, 22 de março de 2018
quinta-feira, 15 de março de 2018
sexta-feira, 2 de março de 2018
ZEISS Ikonette 35 (1958)
393 - ZEISS Ikonette 35 (1958)
Esta pequena e divertida 35mm dizem que é a única máquina da Zeiss feita com plástico.
A marca viu-se obrigada a recolher muitos exemplares por defeito de fabrico (entradas indesejáveis de luz).
O botão que dispara é o mesmo que faz o avanço da película descrevendo um arco à volta da lente.
Lente Novar f=45, 1:3.5
Filme 135 Ilford XP2 400.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
quinta-feira, 1 de junho de 2017
terça-feira, 11 de abril de 2017
VOIGTLANDER Bessa L (1999)
389 - VOIGTLANDER Bessa L (1999)
Uma máquina que não tem visor.
Como é vocacionada para lentes "super wide" o utilizador instala o visor adequado à lente com que pretende fotografar.
Não possui telémetro pois as muito grandes angulares têm profundidade de campo quase total.
A montagem de objectivas é feita com rosca M39 (tipo Leica).
Neste caso foi usada uma Heliar com 15mm de distância focal, F=4.5. Filme 135 Fomapan 200.
A câmara tem medição TTL, que mostra acendendo luzes vermelhas ou verdes ao lado do visor.
segunda-feira, 10 de abril de 2017
KONISHIROKU Pearlette (1932)
388 - KONISHIROKU Pearlette (1932)
Este modelo faz parte de uma série, iniciada em 1925, daquela que foi a primeira câmara produzida em série no Japão (200 a 300 por mês na fase inicial).
Obturador Pegasus e lente de 75mm Hexar Ser.II f/6.3.
Usa rolos 127, carregados lateralmente, para fazer 4X6.5 cm.
Neste teste foi usado o filme Efke R100.
terça-feira, 14 de março de 2017
REVUE 35 CC (1984)
386 - REVUE 35 CC (1984)
Trata-se de um clone alemão da Chinon Bellami por iniciativa do retalhista Foto-Quelle.
Distigue-se pelas chamadas "barn-doors", ao estilo da Voigtlander Vitessa dos anos cinquenta.
Funciona como point & shoot mas exige focagem manual.
Foi usado um rolo 135 Kodak Portra 400.
terça-feira, 7 de março de 2017
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
ENVOY Wide Angle (1950)
383 - ENVOY Wide Angle (1950)
Uma câmara de alta precisão concebida para fotografar arquitectura e paisagem urbana com a sua grande angular (64mm f/6.5 para fotografias 6X9).
Na abertura mais pequena desta lente, f/32, obtém-se uma profundidade de campo que vai dos 75cm ao infinito.
Este modelo tem apenas quatro velocidades disponíveis, sendo a maior 1/125s.
Usa rolos 120, neste caso foi usado Fujicolor Pro 160NS de 2015.
MAMIYA Press (1964)
382 - MAMIYA Press (1964)
Pertence a uma linhagem de máquinas telemétricas destinadas ao fotojornalismo. Pretendia ser uma resposta às Graflex e Linhof.
Sistema de lentes intermutáveis e uma variedade de carregadores de filme em diferentes formatos. Obturador de folhas.
Esta tem uma lente 90mm e um carregador de filme 120 para fazer 6X9.
O teste apresentado, feito com Fujicolor 160 NS, saíu desfocado por culpa do fotógrafo. A lente, que é retráctil, estava fora de posição.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
sábado, 31 de dezembro de 2016
RITTRECK IIa (1956)
380 - RITTRECK IIa (1956)
Uma grande SLR vinda do Japão, produzida pela Musashino Koki Company. No seu tempo, reclamou o estatuto de câmara mais versátil do mundo.
Lentes intermutáveis, carregadores de filme intermutáveis (rolos ou chapas) e quatro formatos disponíveis no mesmo aparelho (6X9, 6X7, 6X6 e 6X4.5).
Lente Luminon 1:3.5, f=10.5cm. Obturador de cortina vertical no plano focal.
Usei rolo 120 Kodak Ektar 100 para fazer 10 fotografias em formato 6X7.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
VOIGTLANDER Virtus (1932)
379 - VOIGTLANDER Virtus (1932)
Trata-se de uma "self-erecting" muito invulgar.
O que se nota primeiro, por ser raro, é a posição do visor no lado mais estreito do corpo. Mas não é menos rara a colocação de uma roda de focagem no próprio corpo da máquina.
Lente Skopar f=75mm, 1:4.5.
O rolo 120 desloca-se na vertical e produz fotografias em 4.5X6 cm (neste caso com rolo Efke R50)
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
TOYOCA Flex 35 (1955)
376 - TOYOCA Flex 35 (1955)
Uma rara TLR, 35mm, com as duas lentes dispostas na horizontal.
Tem dois visores, um para enquadrar ao nível do peito e outro para enquadrar à altura do olho. Este segundo é necessário para fotografias verticais.
Lente OWLA Anastigmat 1:3.5 f=4.5cm.
Rolo 135 Ilford PanF 50.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
HASSELBLAD 500C (1957)
373 - HASSELBLAD 500C (1957)
O modelo mítico da conceituada marca sueca. Trata-se de uma SLR que introduziu um conceito modular que conquistou milhões de utilizadores. Em paralelo, um conjunto de lentes de qualidade.
Neste caso foi usada a lente Planar 1:2.8 f=80mm.
Faz 6x6 em rolos 120, neste caso Fuji Velvia de 2005.
Foi à Fonte da Pedra, em Arraiolos.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
terça-feira, 6 de setembro de 2016
MAMIYA 7 (1995)
369 - MAMIYA 7 (1995)
Uma telemétrica famosa pelas suas lentes e pela simplicidade de utilização.
Pode efectuar o cálculo da exposição a partir da abertura seleccionada pelo utilizador.
O obturador situa-se nas lentes, que são intermutáveis mesmo com o rolo inserido.
Faz 6x7. Foi usado um rolo Kodak Ektar 100.
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
KIEV 19 (1985)
366 - KIEV 19 (1985)
Uma SLR 35mm da produção tardia da URSS, com medição de luz apresentada no visor através de pontos vermelhos que acendem para mostrar sobreexposição ou iluminação deficiente.
Não tem nada de especial a não ser a utilização da montagem de objectivas com baioneta tipo Nikon.
No exemplo mostrado foi usada uma Nikon 28mm 1:2.8 Series E.
O filme Fujicolor C200. Paisagem para os lados do Vale de Água.
sexta-feira, 22 de julho de 2016
HORIZONT (1967)
365 - HORIZONT (1967)
Uma "panorâmica" soviética, dos bons velhos tempos.
É "panorâmica" porque tem uma grande angular (28mm, f2.8) que descreve um arco para cobrir um ângulo de 120º.
A rotação da nesga de luz vertical que percorre o filme, faz o papel de obturador (1/30s, 1/60s, 1/125s e 1/250s)
Filme usado: 135 Efke R100.
CANON EOS 100 (1991)
364 - CANON EOS 100 (1991)
Uma típica SLR dos anos 90, com focagem e exposição automáticas. Foi-me oferecida pelo meu amigo Renato.
O que ela tem de diferente é um leitor de código de barras para fazer input de programas a partir de um livrinho. O que nos anos 90 deve ter parecido uma coisa avançadíssima.
Usou um rolo 135 Efke R100 e andou por Vila Franca de Xira.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
quinta-feira, 7 de julho de 2016
quarta-feira, 6 de julho de 2016
CANON FTb-N (1973)
358 - CANON FTb-N (1973)
Sólida e sóbria esta SLR japonesa permite-nos usar as excelentes objectivas FD- neste caso 50mm 1:1.4
Tem fotómetro e exposição automática subordinada à abertura.
Um excelente visor e um sistema de carregamento do filme muito fácil. Usou um rolo Fujicolor 100 na Praia Grande.
terça-feira, 28 de junho de 2016
IKKOSHA Start 35K (1952)
357 - IKKOSHA Start 35K (1952)
Uma invulgar japonesa em baquelite que usa um rolo ainda mais invulgar- o Bolta.
Trata-se de um 35mm, não perfurado e envolvido em papel, o que permite controlar o avanço da película através da numeração avistada na janela da tampa posterior.
No caso desta experiência foi usado um rolo que já vinha dentro da máquina e cuja datação e características não foi possível determinar.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
FERRANIA Euralux 34 (1961)
356 - FERRANIA Euralux 34 (1961)
Uma italiana em plástico que impressiona por causa do reflector do flash, que abre por baixo da objectiva.
Usa rolos 127 para fazer 3x4 cm (neste caso Efke 100 de 2015).
Permite a focagem por rotação do cano da lente.
O fotógrafo escolher entre abertura 1:8 ou 1:12.
Fotografou para os lados de Vale de Água.
terça-feira, 24 de maio de 2016
ZEISS Ikoflex II - 851/16 I (1936)
355 - ZEISS Ikoflex II - 851/16 I (1936)
Uma TLR da famosa marca alemã, do fim dos anos trinta do século passado. É um pouco excitante imaginar que a Alemanha criou esta máquina enquanto se preparava para a guerra.
Apresenta uma originalidade; a focagem efectua-se com uma alavanca basculante situada no lado esquerdo do corpo.
Lente Novar f=80, 1:4,5 e obturador Klio.
Faz 6X6 em rolos 120, neste caso Fuji Provia 100 de 2015.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
ACMC Buckeye nº 7 (1902)
354 - ACMC Buckeye nº 7 (1902)
Foi Thomas H. Blair quem criou a American Camera Manufacturing Company em1896. Depois vendeu-a a George Eastman.
A Buckeye nº 7 é mais uma câmara em que a utilização de rolos de filme (tipo 118) não impedia a focagem através do vidro fosco.
Nesta experiência construí uma máscara para poder usar rolos modernos 120 em 6x9 (Fuji Acros 100).
A lente e o obturador são da Bausch & Lomb Company.
O exemplar em apreço foi despojado do revestimento em pele e apresenta-se na sua bela nudez de madeira.
Aqui vai uma lista dos oito passos necessários para tirar uma fotografia com a ACMC:
1. Soltar e levantar a gaveta onde está alojado o rolo
2. Proceder ao avanço da película
3. Seleccionar a velocidade "pose" e a maior abertura de diafragma para ter uma imagem suficientemente clara no vidro de focagem
4. Focar e enquadrar
5. Soltar e baixar a gaveta onde se aloja o rolo
6. Seleccionar a velocidade e abertura correctas
7. Levantar o anteparo que protege a película da luz
8. Disparar
quarta-feira, 18 de maio de 2016
ZEISS Icarex 35S TM (1970)
353 - ZEISS Icarex 35S TM (1970)
A Icarex é o resultado da fusão, sem sucesso, da Voigtlander na Zeiss Ikon (os dois nomes aparecem na fachada). É uma máquina de alta qualidade mas no momento do seu lançamento já as marcas japonesas galgavam os mercados a todo o vapor.
Existiu em versão baioneta (BM) e de rosca M42 (TM).
Tem um fotómetro CdS através do prisma e a sua lente normal Tessar 50mm é considerada uma das melhores de sempre.
Foi usada com Ilford FP4.
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