240 - KODAK 1A Folding Pocket (1908)
Não sei onde ela estava no 25 de Abril de 74 mas sei que teria então 66 anos, era portanto mais ou menos da minha idade actual.
No 25 de Abril de 2014, usando rolos 116 datados de 1974, fotografou o comício do Rossio a partir do alto do elevador de Santa Justa.
Dada a idade da máquina e do rolo o resultado é bastante positivo.
As fotografias produzidas têm 6.5X10.7 cm e o rolo usado foi um Verichrome Pan.
239 - CORFIELD 66 (1961)
A casa Corfield, inglesa, tornou-se famosa pelas suas 35mm reflex (Periflex) que, em vez de espelho retráctil, usavam uma espécie de periscópio.
A Corfield 66 constitui uma tentativa de entrada no médio formato com uma reflex, que usa espelho, obturador de cortina no plano focal, e faz fotografias 6X6 em rolos 120 (neste caso Neopan Acros 100).
A produção foi abandonada ao fim de pouco tempo e supõe-se que não tenham sido produzidas mais de mil unidades.
Lente Corfield Lumax 95mm f/3.5 e velocidade máxima de obturação 1/500 de segundo.
238 - IMPERIAL 127 Flash Reflex (1959)
Produzida pela Herbert George Co., de Chicago, é uma pseudo TLR, em plástico.
Duas aberturas possíveis, uma para cores e a outra para preto e branco.
Usa rolos 127 para fazer fotografias em 4X4cm.
237 - KODAK Brownie Starmite (1960)
A kodak produziu, com grande sucesso vários modelos cuja designação começava por "Star".
O flash integrado parece ter sido grande moda nesta época.
Total simplicidade na utilização de rolos 127 e formato 4X4 cm.
Andou à volta do Museu de Arte Popular que lá continua, em Belém, à espera de recuperar o seu espólio.
236 - FERRANIA 3M Veramatic (1968)
Foi produzida em várias combinações de cores, sempre revelando a sensibilidade estética que os italianos põem no que fazem. Mesmo quando se trata de um produto baratíssimo.
Usa rolos de cassettes 126 (28X28 mm) e, neste caso, foi usado um cuja data de validade era 1991.
235 - KODAK Baby Brownie (1934)
Um pequeníssimo caixote em baquelite, com visor rebatível no topo e patilha de disparo por baixo da lente. Estilo Arte Nova mas técnicamente rudimentar.
Usa rolos 127 e faz fotografias em 4X6,5 cm.
234 - MINOLTA Riva 105i (1990)
Uma compacta 35mm com zoom 35-105.
Dispõe de um sistema de focagem automática de fase passiva TTL.
Exposição calculada também automáticamente.
233 - OLYMPUS 35 RC (1970)
Esta pequena e justamente famosa 35mm está dotada com uma objectiva 42mm f/2.8, de cinco elementos em quatro grupos, que proporciona excelentes resultados.
Exposição manual ou automática e focagem por telémetro incorporado.
232 - KODAK 1A Pocket (1926)
Usa rolos 116, de um tipo que deixou de ser produzido pela Kodak em 1974. Este que eu usei revelou-se em bom estado de conservação.
Os negativos têm 6,5X11 centímetros.
A lente é Kodar 130m f=7.9 e o obturador Kodex, com velocidade máxima 1/50.
Disparada com a abertura máxima foca perfeitamente o centro da imagem mas, por causa da profundidade de campo reduzida, desfoca as extremidades.
231 - MIRANDA TL200 (1996)
As máquinas Miranda nunca me atraíram pois lembro-me sempre da Carmen Miranda.
Ainda por cima este modelo, básicamente uma "point and shoot" 35mm, foi lançado em data que não consegui apurar.
O que me levou então a pegar-lhe? Tem duas objectivas (34 e 43 mm) que se activam por uma engenhosa rotação do canhão onde estão montadas.
Prático e sem complicações.
230 - LEIDOLF Lordomat C35 (1956)
Esta 35mm, de lentes intermutáveis, nasceu em Wetzlar, a cidade berço da Leica, que todos conhecem e admiram.
A Lordomat C35 é muito invulgar, carregada de idiossincrasias.
Por exemplo, tem dois visores. Um serve para a objectiva "normal" e o outro serve a grande angular e as tele. Este dispõe de uma roda para compensar a paralaxe.
O avanço da película obtém-se accionando o pequeno manípulo duas vezes.
Tem fotómetro de selénio não acoplado bem como telémetro.
Óptima qualidade de construção.
229 - RODENSTOCK Ysette 6X6 (1938)
Médio formato 6X6 em rolos 120 (existe também na versão 6X4.5 cm).
É uma das versões da Baldax que também foi produzida como Lisette pela Porst e Noris pela Müller.
Lente Trinar 1:2.9, f=7.5 e obturador COMPUR.
228 - KODAK Hawkette (1930)
Esta bela câmara de baquelite, foi a primeira deste material a ser produzida pela Eastman Kodak.
Surgiu em Inglaterra para funcionar como brinde, ou seja, não era vendida mas sim oferecida a quem comprasse certos produtos caros.
Lente de menisco e obturador rotativo.
Rolos 120 e formato 6X9.
227 - RODENSTOCK Adina (1930)
A Rodenstock é uma reputada empresa de óptica alemã desde 1877.
Esta Adina é do tipo "fole sobre carris" e, originalmente, concebida para placas de película. Neste teste foi usado um carregador de rolos 120 para produzir o formato 6X9.
Lente Trinar 105mm, 1:4,5.
226 - IMPERIAL Mark XII (1950)
Produzida em várias cores, para os jovens, tinha uma só velocidade e uma só abertura diafragma. Lente fixa e obturador rotativo.
Usa rolos 620 e faz 6X6.
Foi ver o mar bravo em Cascais.
225 - AGAT 18K (1988)
Esta modestíssima e pequeníssima Agat, de plástico, surge em pleno período de decadência soviética na era Gorbatchov.
Produzida em Minsk, na Bielorússia, transpira fragilidade.
Lente Industar 104, 28mm f/2.8.
Produz meio formato (18X24mm) em rolos 135.
224 - ADOX 66 (1950)
Esta curiosa câmara de baquelite foi produzida para a Adox por Hermann Wolf GmbH, de Wuppertal (também foi produzida para a Gevaert com o nome Gevabox).
Estava dotada de uma lente de menisco 1:8, focável, e permitia escolher entre instantâneo ou pose, bem como abertura f8 ou f11.
Trabalhava com rolos 120 e formato 6X6.
223 - LOMO Voskhod (1964)
Tem o nome das naves espaciais tripuladas postas em órbita pela URSS no mesmo ano.
Um ponto alto para a grande potência comunista do qual esta câmara queria fazer parte, pela sua qualidade mecânica e pela estética.
É além do mais uma 35mm original, na forma invulgar de avanço da película (por rotação do cano da objectiva) e na colocação do botão de disparo (à frente).
Foram fabricadas 59.000, em grande parte para exportação.
222 - KW Reflex Box (1933)
KW vale por Kamera-Werkstätten Guthe & Thorsch, a firma de Dresden que depois integrou a Pentacon.
Trata-se de uma engenhosa solução que permite a um "caixote" funcionar como uma reflex através da abertura superior por onde é possível fazer a focagem.
O mesmo espelho que envia a imagem da lente para o visor constitui o obturador já que, impulsionado por uma mola quando se dispara, comporta-se como uma cortina de deslocação vertical (1/100).
Lente Steinheil Actinar 1:4,5 F = 10,5 cm.
Rolos 120 para fazer fotografias 6X9.
221 - ZEISS Icarex 35 S (1968)
A Icarex é o resultado da fusão, sem sucesso, da Voigtlander na Zeiss Ikon (os dois nomes aparecem na fachada).
É uma máquina de alta qualidade mas no momento do seu lançamento já as marcas japonesas galgavam os mercados a todo o vapor.
Existiu em versão baioneta e de rosca (M42).
Tem um fotómetro CdS através do prisma e a sua lente normal Tessar 50mm é considerada uma das melhores de sempre.
220 - MAMIYA Auto Lux 35 (1963)
Produzida sob várias marcas esta 35mm de lente fixa tem um característico fotómetro de selénio na forma de trapézio (como certos modelos da Kowa ou da Kiev).
Lente de 48mm Mamiya-Sekor f/2.8 e obturador Copal-X com velocidades 1/15-1/500.
Pode calcular a abertura se lhe dermos a velocidade.
Fotografou a ponte em Alcácer.
219 - KONI-OMEGA Rapid 100 (1975)
As "press cameras", como esta, foram pensadas para o jornalismo fotográfico. Uma haste que se puxa com a mão direita garante a rapidez no avanço da película.
É também a mão direita que faz a focagem enquanto a mão esquerda segura a máquina pelo punho e executa o disparo.
Lente Super Omegon f3,5/90 mm.
Usa rolos 120 e faz formato 6X7.
218 - SAMSUNG ECX1 (1994)
Produto da colaboração entre a Porsche Design e o gigante coreano, esta 35mm teve uma entrada marcante no mercado.
É básicamente uma "point & shoot" com zoom 38-140 e obturador electrónico.
217 - ITT 405B (1982)
é uma daquelas máquinas de culatra, ou seja, o avanço da película obtem-se esticando e encolhendo a dita.
É só facilidades para o utilisador mas usa o famigerado rolo em cassette 110, em meio formato, o que quase sempre garante resultados muito pobres do ponto de vista técnico.
216 - YASHICA Samurai iX (1998)
Quase no fim do século uma câmara fotográfica a dar-se ares de câmara de filmar.
Tem um zoom 30-120mm e usa rolos APS.
Uma "point & shoot" engraçada.
215 - ROLLEIFLEX 35 (1966)
Compete com a Minox em termos de tamanho.
Em 30 anos foram produzidos dois milhões de unidades, cada vez mais sofisticadas.
A máquina experimentada é o primeiro modelo que foi produzido até 1974.
Tem fotómetro CdS mas não tem telémetro pois simplesmente não dispõe de espaço para tal.
Lente de qualidade Tessar f/3.5, 40 mm.
214 - MINOX 35 GT (1981)
Desenhadas em 1974 pelo Professor Fischer, na Universidade de Viena, as pequeníssimas Minox chegaram até ao fim do século XX em variados modelos.
Esta 35GT é de 1981 e apresenta a característica porta que ao rebater puxa para fora a objectiva Minotar 35mm, 2.8.
Usa rolos 135.
Tem exposição automática baseada na escolha da abertura feita pelo fotógrafo e mostra a velocidade resultante no visor.
213 - ILFORD Sportsmaster (1961)
Esta máquina tem uma característica pouco comum que partilha com a sua irmã gémea DacoraMatic 4D; quatro botões de disparo.
Cada botão deve ser usado de acordo com a distância a que o motivo se encontra, realizando-se a focagem dessa forma.
O cálculo da exposição também é automático e baseado na medição de selénio.
Obturador Prontor-Lux e lente Dacora Dignar 45mm f2.8.
212 - CANON Epoca (1990)
Esta 35mm, que nos states se chamava Photura, e no Japão Autoboy Jet, tem forma de bazooka onde encapsula um zoom 35-105mm f/2.8-6.6.
A tampa da objectiva ao abrir-se liga a máquina e põe à vista um flash circular.
211 - MIOM Photax V (1955)
Uma francesa futurística, em plástico, feita pela Manufacture d'Isolants et d'Objets Moulés, M.I.O.M., situada em Vitry-sur-Seine.
A lente desenrosca através de uma espiral para ficar em posição. Tem duas aberturas e duas velocidades apenas.
Rolos 620 para 6X6 ou 6X9.
210 - NIKON Zoom 100AF (1993)
Esta 35mm fez muitas viagens comigo, numa fase em que não tinha pachorra para algo mais sofisticado.
É bastante automática e tem um pequeno zoom (35-70).
Depois de alguns anos no armário teve que ser recuperada pois alguns circuitos tinham deixado de funcionar.
Faz hoje precisamente dois anos que iniciei esta longa série de experiências fotográficas.
209 - KODAK S1100 XL (1989)
Uma prática "point and shoot" da Kodak, feita no Japão.
Carrega a película, foca e calcula a exposição de forma automática.
Trabalha com rolos 135 e produz fotografias em 24X36mm.
Lente Ekton 35mm f/2.8.
Esta foi a primeira câmara analógica usada por mim em 2014.
208 - KODAK Stereo (1954)
Surgiu na esteira do sucesso de uma outra 3D, a Stereo Realist, e venderam-se cerca de 100.00 unidades no seu primeiro ano de existência.
Usa rolos 35mm e faz fotografias 24X24mm.
Está dotada de um nível que o fotógrafo vê enquanto enquadra a fotografia. O efeito 3D beneficia da horizontalidade das imagens.
As duas lentes são Anaston de 35mm e f/3.5, e a velocidade máxima 1/200s.
207 - NISHIKA N8000 (1989)
Esta "quatro olhos" serve para obter efeitos estereoscópicos a partir das quatro imagens simultâneas que produz.
É de plástico e tem quatro lentes de 30mm para produzir, em rolos 135, quatro fotografias 18X24mm.
A velocidade é fixa, 1/60, e há três aberturas de diafragma seleccionáveis.
206 - PLAUBEL Makina II (1933)
A Plaubel & Co., de Frankfurt, foi fundada em 1902 por Hugo Schrader.
Este modelo com telémetro acoplado usa uma lente Anticomar f:2.9, 100mm e um obturador Compur.
Faz fotografias 6X9 em rolos 120 mas, apesar disso, quando recolhida torna-se pouco volumosa.
205 - CORONET 3D (1954)
Para quem não saiba, nos anos 50 houve um entusiasmo pela produção de imagens tridimensionais, e foram lançadas várias câmaras para o efeito.
Esta CORONET em baquelite dispara duas fotografias ao mesmo tempo, com desfasamento horizontal, em rolos 127.
As fotografias com cerca de 3x4 cm são depois colocadas em posição invertida num visor através do qual se consegue a ilusão 3D.
Um dia destes mostro o visor.
204 - VOIGTLANDER Brilliant (1932)
Uma pseudo-TLR (Twin Lens Reflex), em metal, da prestigiosa marca alemã.
Faz focagem por zonas, mas não controlada pelo visor.
Lente Anastigmat Voigtar 7.7, 75mm.
Formato 6X6 em rolos 120.
203 - FEX Ultra-Reflex (1952)
Uma francesa muito simples em baquelite.
Finge-se TLR e usa filmes 620 para fazer 6X6.
Duas velocidades e duas aberturas à escolha, é quanto basta.
Foi usado um filme Kodacolor, 200 asa, cuja validade terminara em Agosto 1996.
202 - ZEISS Contaflex I (1953)
Primeiro elemento de uma família famosa, as Contaflex, que se venderam até ao fim dos anos 60.
É uma reflex compacta, 35mm, com lente fixa Tessar 45mm, f2.8.
Foi ao Parque Eduardo VII.
201 - KODAK Jiffy Six-16 (1933)
Esta é a tal que vos mostrei há dias e que tive que usar enrolando o fole, para evitar entradas indesejadas de luz. Tive sucesso relativo.
Tem a estrutura rebatível e uma bela decoração Art Deco.
Usa rolos 616 e faz fotografias num tamanho invulgar (6,5X11 cm).
Lente Twindar, 105mm f/8.
Andou por Chelas.
200 - WELTA Perfekta (1934)
Para comemorar a câmara número 200 nada melhor do que a Welta Perfekta. Um design muito raro de uma TLR com fole.
O objectivo era tornar mais transportável o típico formato quadrado das TLRs mas parece não ter obtido grande sucesso.
Mantém-se, isso sim, como objecto de culto pela sua originalidade e beleza.
Lente Meyer Trioplan 75/3.5 e obturador Compur B, 1 to 1/300s.
199 - WZFO Alfa 2 (1964)
Uma 35mm polaca fabricada em Varsóvia pela WZFO.
Tem uma orientação vertical quer do visor quer do movimento da película.
É bastante rudimentar. Basta dizer que não consegui encontrar qualquer forma de rebobinar o filme.
Lente Euktar 45mm / f4.5 e obturador de folhas.
198 - VOIGTLANDER Prominent I (1954)
A carreira da Prominent começa em 1954 e tem como objectivo bater-se com as consagradas Leica e Contax.
A qualidade desta telemétrica é indubitável mas há muitos que a consideram pouco ergonómica. Tem a janela do visor muito para a direita o que provoca choques com o nariz do fotógrafo.
Tem também uma originalidade no que toca à focagem pois esta é feita rodando a mesma roda que serve para rebobinar a película.
A mim não me incomodou nada a sua utilização.
A lente é a Ultron 2.0/50 e obturador um Synchro Compur. Usa rolos 35mm.
197 - RAJAR nº6 (1929)
Foi a primeira câmara de estrutura rebatível completamente feita de baquelite. Rajar 6 era a designação do tipo de rolo que o fabricante vendia para ela, mas consegue-se usar nela o standard 120.
Andou pelo vale de Chelas.
196 - ANSCO Memo (1927)
Trata-se de uma 35mm de quando as cassettes ainda não se tinham vulgarizado.
O fotógrafo tem, portanto, que carregar uma caixa de onde a máquina vai depois "tirando" a película à medida que funciona. Faz meio formato (18X24mm).
Lente Cinemat 6,3/40 mm, obturador ILEX 1/25-1/100 seg.
195 - KODAK Signet 40 (1956)
Produzida nos States, esta telemétrica foi a segunda da famíla, cinco anos depois da Signet 35 (já aqui apresentada).
Lente Kodak Ektanon f/3.5-f/22 F=46mm e obturador Synchro 400.
Andou pelas arribas da Galé.
194 - KODAK Six-20 Art Deco (1932)
Esta bela kodak de fole tem o dito em mau estado. Por isso usei um truque; meti lá dentro um cone em cartolina para impedir que a luz que entra pelos furos do fole atingisse a película. Isto foi o que consegui.
Lente Kodak Anastigmat 100 e obturador Kodon ( T, B, 1/25, 1/50, 1/100)
Usa rolos 620 e faz 6X9.
193 - OLYMPUS Trip 35 (1967)
Foi produzida entre 1967 e 1984 esta pequena, e prática, câmara de viagem.
Dotada de um fotómetro de selénio pode, se quisermos, fazer automaticamente os cálculos da exposição, com bastante eficácia.
Lente Zuiko 40mm f/2.8, e obturador Prontor-Compur.
Permite focagem por zonas.
Fotografou a ponte pedonal de Alcácer.
192 - ENERMANN Heag XV (1912)
A Enermann foi uma das empresas (tal como a Contessa-Nettel, Goerz e Ica) que se fundiram para a histórica criação da Zeiss Ikon em 1926.
Este exemplar está dotado de um carregador RADA para rolos 120 mas, originalmente, usava placas. Produz fotografias em 6X9.
Andou a fotografar o cavalo do cigano, nas Olaias.
191 - ENSIGN Carbine Tropical nº 4 (1927)
As Carbine Tropical da Ensign apresentavam-se como resistentes, acobreadas, e pretendiam atrair como cliente o explorador de países exóticos.
A nº 4 tem uma lente f6.3, Aldis Uno Anastigmat, que fecha até f32.
Obturador Trichro (1/25 - 1/100, B, T).
Usam rolos 120 e fazem 6X9.
Fotografou as traseiras do cemitério do Alto de S. João.