terça-feira, 28 de janeiro de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
NIKON Zoom 100AF (1993)
210 - NIKON Zoom 100AF (1993)
Esta 35mm fez muitas viagens comigo, numa fase em que não tinha pachorra para algo mais sofisticado.
É bastante automática e tem um pequeno zoom (35-70).
Depois de alguns anos no armário teve que ser recuperada pois alguns circuitos tinham deixado de funcionar.
Faz hoje precisamente dois anos que iniciei esta longa série de experiências fotográficas.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
KODAK Stereo (1954)
208 - KODAK Stereo (1954)
Surgiu na esteira do sucesso de uma outra 3D, a Stereo Realist, e venderam-se cerca de 100.00 unidades no seu primeiro ano de existência.
Usa rolos 35mm e faz fotografias 24X24mm.
Está dotada de um nível que o fotógrafo vê enquanto enquadra a fotografia. O efeito 3D beneficia da horizontalidade das imagens.
As duas lentes são Anaston de 35mm e f/3.5, e a velocidade máxima 1/200s.
NISHIKA N8000 (1989)
207 - NISHIKA N8000 (1989)
Esta "quatro olhos" serve para obter efeitos estereoscópicos a partir das quatro imagens simultâneas que produz.
É de plástico e tem quatro lentes de 30mm para produzir, em rolos 135, quatro fotografias 18X24mm.
A velocidade é fixa, 1/60, e há três aberturas de diafragma seleccionáveis.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
CORONET 3D (1954)
205 - CORONET 3D (1954)
Para quem não saiba, nos anos 50 houve um entusiasmo pela produção de imagens tridimensionais, e foram lançadas várias câmaras para o efeito.
Esta CORONET em baquelite dispara duas fotografias ao mesmo tempo, com desfasamento horizontal, em rolos 127.
As fotografias com cerca de 3x4 cm são depois colocadas em posição invertida num visor através do qual se consegue a ilusão 3D.
Um dia destes mostro o visor.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
KODAK Jiffy Six-16 (1933)
201 - KODAK Jiffy Six-16 (1933)
Esta é a tal que vos mostrei há dias e que tive que usar enrolando o fole, para evitar entradas indesejadas de luz. Tive sucesso relativo.
Tem a estrutura rebatível e uma bela decoração Art Deco.
Usa rolos 616 e faz fotografias num tamanho invulgar (6,5X11 cm).
Lente Twindar, 105mm f/8.
Andou por Chelas.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
WELTA Perfekta (1934)
200 - WELTA Perfekta (1934)
Para comemorar a câmara número 200 nada melhor do que a Welta Perfekta. Um design muito raro de uma TLR com fole.
O objectivo era tornar mais transportável o típico formato quadrado das TLRs mas parece não ter obtido grande sucesso.
Mantém-se, isso sim, como objecto de culto pela sua originalidade e beleza.
Lente Meyer Trioplan 75/3.5 e obturador Compur B, 1 to 1/300s.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
VOIGTLANDER Prominent I (1954)
198 - VOIGTLANDER Prominent I (1954)
A carreira da Prominent começa em 1954 e tem como objectivo bater-se com as consagradas Leica e Contax.
A qualidade desta telemétrica é indubitável mas há muitos que a consideram pouco ergonómica. Tem a janela do visor muito para a direita o que provoca choques com o nariz do fotógrafo.
Tem também uma originalidade no que toca à focagem pois esta é feita rodando a mesma roda que serve para rebobinar a película.
A mim não me incomodou nada a sua utilização.
A lente é a Ultron 2.0/50 e obturador um Synchro Compur. Usa rolos 35mm.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
ANSCO Memo (1927)
196 - ANSCO Memo (1927)
Trata-se de uma 35mm de quando as cassettes ainda não se tinham vulgarizado.
O fotógrafo tem, portanto, que carregar uma caixa de onde a máquina vai depois "tirando" a película à medida que funciona. Faz meio formato (18X24mm).
Lente Cinemat 6,3/40 mm, obturador ILEX 1/25-1/100 seg.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
KODAK Six-20 Art Deco (1932)
194 - KODAK Six-20 Art Deco (1932)
Esta bela kodak de fole tem o dito em mau estado. Por isso usei um truque; meti lá dentro um cone em cartolina para impedir que a luz que entra pelos furos do fole atingisse a película. Isto foi o que consegui.
Lente Kodak Anastigmat 100 e obturador Kodon ( T, B, 1/25, 1/50, 1/100)
Usa rolos 620 e faz 6X9.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
OLYMPUS Trip 35 (1967)
193 - OLYMPUS Trip 35 (1967)
Foi produzida entre 1967 e 1984 esta pequena, e prática, câmara de viagem.
Dotada de um fotómetro de selénio pode, se quisermos, fazer automaticamente os cálculos da exposição, com bastante eficácia.
Lente Zuiko 40mm f/2.8, e obturador Prontor-Compur.
Permite focagem por zonas.
Fotografou a ponte pedonal de Alcácer.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
ENERMANN Heag XV (1912)
192 - ENERMANN Heag XV (1912)
A Enermann foi uma das empresas (tal como a Contessa-Nettel, Goerz e Ica) que se fundiram para a histórica criação da Zeiss Ikon em 1926.
Este exemplar está dotado de um carregador RADA para rolos 120 mas, originalmente, usava placas. Produz fotografias em 6X9.
Andou a fotografar o cavalo do cigano, nas Olaias.
ENSIGN Carbine Tropical nº 4 (1927)
191 - ENSIGN Carbine Tropical nº 4 (1927)
As Carbine Tropical da Ensign apresentavam-se como resistentes, acobreadas, e pretendiam atrair como cliente o explorador de países exóticos.
A nº 4 tem uma lente f6.3, Aldis Uno Anastigmat, que fecha até f32.
Obturador Trichro (1/25 - 1/100, B, T).
Usam rolos 120 e fazem 6X9.
Fotografou as traseiras do cemitério do Alto de S. João.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
NIXON Nixette (1954)
187 - NIXON Nixette (1954)
Uma invulgar câmara alemã.
O fole dobra-se de forma não concêntrica e o disparo é feito pressionando um estilete metálico, em vez do habitual botão.
Existe também com o nome Trixette (da Gerlach).
Obturador Vario 25,50,200 + B.
Lente: Supra Anastigmat, 75mm
Fax 6X6 em rolos 120.
Foi ao miradoiro de S. Catarina fotografar o Adamastor.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
BELL & HOWELL Magic Eye (1958)
181 - BELL & HOWELL Magic Eye (1958)
Uma máquina muito invulgar produzida pela Bell & Howell, Wheeling, Illinois. Empresa mais conhecida pelas câmaras de filmar e pelos projectores.
O fotógrafo só tem que indicar uma de duas sensibilidades para o filme e, a partir daí, ela trata de tudo o resto. Pelo sim pelo não mostra no visor a cor vermelha no caso de a luz ser insuficiente.
Faz 4X4 em rolos 127, com excelente definição.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
KORELLE 6X4,5 (1933)
180 - KORELLE 6X4,5 (1933)
Máquina de estrutura rebatível com uma invulgar porta com dobradiça na parte frontal.
Produzida por Kochmann, o lendário industrial que foi forçado a fugir do nazismo e, mais tarde, confrontado com a divisão da Alemanha.
Usa rolos 120 para 6X6.
Foi aos jardins da Gulbenkian.
FIRST Six (1952)
179 - FIRST Six (1952)
As do pós-guerra, produzidas pela Tokiwa Seiki entre 1952 e 1956 são muito diferentes das que a Kuribayashi produzia antes da guerra.
Inspiradas pela Zeiss Ikonta, de fole horizontal, têm uma aparência arredondada e dois visores (um para ver de cima e outro ao nível do olho).
Produzem dois formatos (6X6 ou 6X4,5 cm). Para tal basta accionar umas portas articuladas no interior antes de fazer o carregamento.
Andou pelos jardins da Gulbenkian.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
WELMY Six (1953)
178 - WELMY Six (1953)
Médio formato (6X6) japonesa, de cama horizontal, produzida por Taisei Kōki.
Distingue-se por ter dois visores em paralelo, um de utilização vertical e outro horizontal. São ambos de vidro esverdeado.
Lente Terionar 75mm F:3.5 e velocidades de 1 a 200.
O exemplar utilizado nesta experimentação tem entradas descontroladas de luz.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
KODAK Vest Pocket Model B (1925)
176 - KODAK Vest Pocket Model B (1925)
Uma "económica" dos anos vinte para usar no casaco (vest) pois o seu tamanho permitia.
Era pequena por usar os rolos 127 (4X6 cm).
Aberturas 1 a 4, na realidade correspondendo a
f/11, f/16, f/22 e f/32. Duas velocidades T (pose) e I (instantâneo).
Deu um look retro ao palacete na praia de Cascais.
KODAK Autographic 1A Special (1914)
174 - KODAK Autographic 1A Special (1914)
Uma máquina histórica pois foi a segunda a proporcionar um telémetro (trata-se do pequeno cubo por baixo da lente).
Como o nome indica "Autographic" isso significa que o fotógrafo podia escrever notas directamente na película, desde que carregasse na máquina um rolo adequado. Através de uma janela na tampa posterior.
Usavam rolos 116 o que, hoje, constitui um problema já que deixou de ser produzido em 1984 (o início da produção foi em 1899). Faz fotografias com 6,5X11 cm.
Por isso vi-me forçado a usar o que tinha, um rolo Verichrome cuja validade terminara em 1970. Um preço a pagar.
ENSIGN Carbine Tropical nº 12 (1926)
173 - ENSIGN Carbine Tropical nº 12 (1926)
As Carbine Tropical da Ensign apresentam-se como mais resistentes, acobreadas, e pretendem atrair como cliente o explorador de países exóticos.
A nº 12 tem até uma abas laterais em teca.
Estão dotadas de uma lente Zeiss f4,5 e 12cm bem como obturador Compur.
Usavam rolos 116 o que, hoje, constitui um problema já que deixou de ser produzido em 1984 (o início da produção foi em 1899).
Por isso vi-me forçado a usar o que tinha, um rolo Verichrome cuja validade terminara em 1970.
Como se pode verificar envelheceu mal.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
PURMA Plus (1951)
172 - PURMA Plus (1951)
Já aqui falei das originalidades desta marca inglesa a propósito da Purma Special.
Plano focal curvo, obturador de cortina em metal e velocidades de obturação variáveis de acordo com a posição da máquina ao disparar.
A versão Plus, tal como as outras desenhada pelo fundador da empresa, A.C. Mayo, é em alumínio em vez de baquelite.
Andou pela Comporta a fazer 4X4cm em rolos 127.
RICOH Ricohflex IIII (1952)
171 - RICOH Ricohflex IIII (1952)
A Ricohflex IV, que os japoneses por dificuldades linguistícas inicialmente designaram por Ricohflex IIII, é uma TLR (twin lens reflex).
Tem portanto uma lente para fotografar e outra, paralela, para enquadrar e focar.
Usa rolos 120 e faz fotografias 6X6.
Esta andou a fotografar na Comporta.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
FERRANIA Ibis 44 (1956)
168 - FERRANIA Ibis 44 (1956)
Uma italiana, o que não é muito comum nestas paragens.
Como o nome indica faz 4X4 em rolos 127.
É prima direita da Bilora Bella 44 (dizem as más línguas que foram ambas produzidas na mesma fábrica alemã).
Tem duas velocidades (1/50 e 1/100) e duas aberturas (f7.7 e f12).
Fotografou uma ponte em Chaves.
DACORA Daci Royal (1950)
167 - DACORA Daci Royal (1950)
Uma câmara de médio formato, 6X6 em rolos 120.
Abertura f9, imutável tal como a velocidade de obturação.
Permite regular a focagem.
Era feita em quatro cores: vermelho, verde, cinzento e preto.
Fotografou a igreja da famosa aldeia fronteiriça de Rio de Onor, no Parque do Montesinho em Trás-os-Montes.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
WELTA Penti I (1961)
163 - WELTA Penti I (1961)
Esta pequena câmara douranda foi produzida na ex-RDA, pela VEB Kinowerke, antecessora da Pentacon.
Usa 35mm na versão Rapid da Agfa. Ou seja, duas bobines (uma emissora e outra receptora) entre as quais a película circula e dentro das quais se enrola sobre si própria.
Para esta experiência foi usado um rolo Rapid dos anos 80 do século passado.
KODAK Instamatic 100 (1963)
162 - KODAK Instamatic 100 (1963)
A primeira "point and shoot" desta famosa série desenvolvida por Dean M. Peterson, num design ainda hoje paradigmático.
Simplicidade absoluta com abertura e velocidade fixas, mas não só.
A película é usada sob a forma dos rolos "cartridge" 126 (na foto) para total facilidade de carregamento e manipulação.
Neste caso foi usado um rolo cuja validade cessava em 1991.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















































