segunda-feira, 30 de setembro de 2013

KODAK Brownie Cresta 3 (1960)



170 - KODAK Brownie Cresta 3 (1960)
Prima direita da Brownie 127, recentemente publicada, constitui um desenvolvimento do mesmo conceito em plástico, para os rolos 120 (6X6).
Tem abertura fixa f11 e velocidade única 1/40).
Fotografou um grupo de jovens que encontrei em Freixo de Espada à Cinta.

KODAK Brownie 127 mod. 1 (1952)



169 - KODAK Brownie 127 mod. 1 (1952)
Produzidas em Inglaterra tornaram-se um caso de popularidade, com milhões de exemplares em circulação nos anos 50.
Corpo em baquelite, lente de menisco e obturador rotativo.
Como o nome indica, usa rolos 127 e faz 4X6cm.

FERRANIA Ibis 44 (1956)



168 - FERRANIA Ibis 44 (1956)
Uma italiana, o que não é muito comum nestas paragens.
Como o nome indica faz 4X4 em rolos 127.
É prima direita da Bilora Bella 44 (dizem as más línguas que foram ambas produzidas na mesma fábrica alemã).
Tem duas velocidades (1/50 e 1/100) e duas aberturas (f7.7 e f12).
Fotografou uma ponte em Chaves.

DACORA Daci Royal (1950)



167 - DACORA Daci Royal (1950)
Uma câmara de médio formato, 6X6 em rolos 120.
Abertura f9, imutável tal como a velocidade de obturação.
Permite regular a focagem.
Era feita em quatro cores: vermelho, verde, cinzento e preto.
Fotografou a igreja da famosa aldeia fronteiriça de Rio de Onor, no Parque do Montesinho em Trás-os-Montes.

BILORA Boy (1953)



166 - BILORA Boy (1953)
Máquina alemã, de baquelite, produzida no pós-guerra.
Lente de menisco e velocidade de obturação invariável.
Usa rolos 127 para produzir fotografias com 4X6,5 cm.
Andou pelas ruelas de Miranda do Douro.

ARETTE 1A (1957)



165 - ARETTE 1A (1957)
Uma 35mm alemã, muito simples mas elegante. Sem fotómetro e sem telémetro.
Com lente Isco Westar 1:2.8/45.
Fotografou na albufeira do Azibo.

AGILUX Agiflash (1954)



164 - AGILUX Agiflash (1954)
Foi feita em Croyden, na Inglaterra.
Não tem qualquer regulação que permita ao fotógrafo fazer mais do que enquadrar o motivo (segundo consta a velocidade de obturação é 1/35).
Usa rolos 127 para produzir 8 fotografias em 4X6.5 cm.
Passeou por Chaves.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

WELTA Penti I (1961)



163 - WELTA Penti I (1961)
Esta pequena câmara douranda foi produzida na ex-RDA, pela VEB Kinowerke, antecessora da Pentacon.
Usa 35mm na versão Rapid da Agfa. Ou seja, duas bobines (uma emissora e outra receptora) entre as quais a película circula e dentro das quais se enrola sobre si própria.
Para esta experiência foi usado um rolo Rapid dos anos 80 do século passado.

KODAK Instamatic 100 (1963)



162 - KODAK Instamatic 100 (1963)
A primeira "point and shoot" desta famosa série desenvolvida por Dean M. Peterson, num design ainda hoje paradigmático.
Simplicidade absoluta com abertura e velocidade fixas, mas não só.
A película é usada sob a forma dos rolos "cartridge" 126 (na foto) para total facilidade de carregamento e manipulação.
Neste caso foi usado um rolo cuja validade cessava em 1991.

PRAKTICA Super TL 1000 (1980)



161 - PRAKTICA Super TL 1000 (1980)
Uma SLR 35mm da Kombinat VEB Pentacon, em Dresden.
Com obturador de cortina metálica funcionando na vertical proporciona 1/1000 de velocidade máxima.
Montagem de lente M42 e medição de luz TTL.
Foi usada com uma zoom 28-200 da Soligor.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

ENSIGN Vest Pocket (1926)



160 - ENSIGN Vest Pocket (1926)
Uma inglesa, em alumínio, de estrutura rebatível.
Lançada para concorrer com a congénere da Kodak, adoptou os rolos 127 em formato 4X6,5 cm.
Escusam de elogiar o enquadramento pois não era isto que eu queria fotografar. Pela primeira vez aconteceu-me espreitar por um visor que está, sei agora, desalinhado relativamente à lente.

KODAK Brownie Vecta (1963)



159 - KODAK Brownie Vecta (1963)
Mais uma das incontáveis Kodak's, desenhada em plástico pelo Kenneth Grange.
Só tem uma abertura e só tem uma velocidade. A ergonomia é mais adequada para fotografias verticais.
O disparo faz-se na extremidade da barra por baixo da lente.
Usa rolos 127 em 4X6 cm.

ZEISS Ikon Kolibri (1930)



158 - ZEISS Ikon Kolibri (1930)
Com o seu engraçado pézinho ela consegue manter-se ao alto, mesmo com o canhão da objectiva retráctil estendido. O nome deve vir daí.
No topo os dois rectângulos de chapa, de tamanhos desiguais, servem de visor e, fora de uso, recaiem um para cada lado.
Rolos 127 e fotografias 3X4 cm.
Andou a ver os apetrechos dos pescadores de Sines.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

KONICA Auto S (1963)



157 - KONICA Auto S (1963)
Uma 35mm feita pela Konishiroku.
É uma telemétrica com medição de luz por célula CdS.
Subiu ao topo do arco da Rua Augusta.

BENCINI Comet III (1953)



156 - BENCINI Comet III (1953)
Esta italiana quer fazer-se passar por máquina de filmar, com o seu porte altivo e vertical.
Mas é "apenas" uma Câmara fotográfica que usa rolos 127 e produz fotografias de 3X4 cm.
Fez reportagem na Expo e apanhou a D. Catarina de Bragança, a tal que levou Tanger e Bombaim no dote para se casar com Carlos II.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

KODAK Brownie Bull's-Eye (1954)



155 - KODAK Brownie Bull's-Eye (1954)
Um caixote em baquelite desenhado por Arthur Crapsey.
Lente Twindar com focagem por zonas.
Usa rolos 620 e faz 6X9.

ENSIGN Cupid (1923)



154 - ENSIGN Cupid (1923)
A marca inglesa Ensign é sinónimo de originalidade e mesmo extravagância.
Esta adoptou um bico, para não ter o aspecto das suas congéres vulgarmente designadas por "caixote".
Faz 16 fotografias, 4,5X6 cm, em rolos 120.

ANSCO Anscoflex II (1954)



153 - ANSCO Anscoflex II (1954)
Um design vistoso de Raymond Loewy, em que uma porta deslizante destapa a lente para se tornar anteparo do visor.
É uma pseudo-TLR, com velocidade e abertura fixas.
Faz 6X6 em rolos 620.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

GALLUS Derlux (1947)



152 - GALLUS Derlux (1947)
Uma francesa do pós-guerra toda em alumínio.
Tem um pequeno fole que se estende quando se puxa a lente até perfazer 50mm de distância focal.
Trabalha com rolos 127 e faz fotografias em 3X4 cm. Obturador de plano focal.

CANON AF35M (1979)



151 - CANON AF35M (1979)
A primeira compacta com focagem automática activa ( infra-vermelhos).
Com distância focal de 38mm e abertura 2.8 usa uma fotómetro CdS.
Avanço da película automático e pop-up flash integrado.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

BELL & HOWELL Dial 35 (1963)



150 - BELL & HOWELL Dial 35 (1963)
Como se pode ver a ideia de misturar telefones com máquinas fotográficas remonta aos anos 60. Neste caso os "dials" são apenas decorativos e usados para estabelecer a sensibilidade da película.
Tal como a sua irmã gémea, a CANON Dial 35, usa rolos 135 mas produz o chamado meio formato (18X24 mm).
A pega cilindrica inferior constitui um mecanismo de "corda" que uma vez accionado permite 20 disparos com avanço automático.

AGFA Synchro Box (1951)



149 - AGFA Synchro Box (1951)
Este simpático caixote foi-me oferecido pela minha amiga holandesa Isabel.
Foi dela desde a adolescência e tem, adequadamente, um estojo de pele cor de rosa.
Como muitas vezes acontece com as máquinas antigas o obturador está cansado, ou seja, funciona mais lentamente do que devia.
Eu cometi a imprudência de a experimentar em dia de luz intensa.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

ROLLEIFLEX SL35E (1978)



148 - ROLLEIFLEX SL35E (1978)
Uma 35mm lançada em 1978 e produzida até à falência da Rollei em 1981, quando tiveram que fechar a fábrica em Singapura para se concentrarem nos produtos topo de gama.
Tem obturador vertical, electrónico, de plano focal. Pode funcionar em modo "prioridade à abertura", mostrando a velocidade resultante no visor através de LEDs.

OLYMPUS Ecru (1991)



147 - OLYMPUS Ecru (1991)
Uma câmara 35mm invulgar produzida em edição limitada (10.000 no Japão mais 10.000 no resto do mundo.
O nome, e a própria côr "branco sujo", remetem para o termo português "cru", e para uma abordagem intelectual mais próxima do natural.
O funcionamento é o de uma "point & shoot", objectiva 35mm/3.5. Tem flash incorporado.

terça-feira, 9 de julho de 2013

VOIGTLANDER Vitoret (1961)



146 - VOIGTLANDER Vitoret (1961)
Uma versão económica da famosa marca alemã no início dos anos 60. Sem telémetro e sem fotómetro.
Obturador Prontor e objectiva Color Lanthar 2,8/50.
Usa rolos de 35mm.
Foi-me oferecida pelo meu amigo Hans.

BRAUN Paxette IA (1959)



145 - BRAUN Paxette IA (1959)
Uma máquina com pragmatismo alemão.
Indica-se a sensibilidade da película e ela trata do resto.
Para não fazermos disparates apresenta no visor uma espécie de gota de vidro que, quando está verde, nos garante que podemos disparar sem riscos.

ENSIGN Commando (1949)



144 - ENSIGN Commando (1949)
Esta telemétrica inglesa do pós-guerra tem uma característica única; a focagem faz-se não pelo avanço ou recuo da lente mas sim pela deslocação do plano focal onde se situa a película.
Produz imagens em 6X6 ou 6X4,5 cms, bastando ao fotógrafo mover uma espécie de portas articuladas que transformam o quadrado exposto em rectângulo.

terça-feira, 2 de julho de 2013

SARABER Finetta 88 (1953)




143 - SARABER Finetta 88 (1953)
Esta elegante câmara de alumínio foi produzida em Goslar na Alemanha.
Operativamente é básica pois não dispõe de telémetro ou fotómetro.
Está dotada de uma lente Finetar 2.8/45, intermutável.

OLYMPUS OM-10 (1979)



142 - OLYMPUS OM-10 (1979)
As Olympus OM foram, no princípio dos anos 70, uma importante novidade no mercado das SLRs, pelo seu reduzido tamanho e qualidade.
Este modelo OM-10 faz parte de uma série mais económica e automática mas, no caso vertente, a adição de um "adaptador manual" tornou possível a definição da velocidade pelo fotógrafo.
A famosa objectiva Zuiko 50mm - 1.8 não deixa os seus créditos por mãos alheias.

KODAK 2 Folding Pocket Brownie model B (1907)



141 - KODAK 2 Folding Pocket Brownie model B (1907)
É emocionante fotografar com esta caixa de madeira coberta de pele e orientação horizontal.
Lente de menisco com diafragma que tem três aberturas (1, 2 e 3 da maior à mais pequena).
Rolos 120 para fotografias 6X9.
Foi à praia em Carcavelos.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

AGILUX Agimatic (1958)



140 - AGILUX Agimatic (1958)
Esta máquina inglesa (embora esteja com problemas na focagem) tem vários aspectos interessantes.
Por exemplo o botão de disparo, se se levar o seu curso até ao fim, procede ao avanço da película garantindo que a máquina fica imediatamente pronta para uma nova fotografia.
A Agimatic dispõe também de um curioso fotómetro de extinção que permite ao fotógrafo determinar a exposição a partir do número mais alto que conseguir divisar quando espreita pelo óculo do fotómetro.
Como se não bastasse ainda está dotada de uma máscara que adapta o visor à distância focal da objectiva montada em cada momento.
Em suma, uma câmara muito interessante.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

BRAUN Super Paxette I (1956)



139 - BRAUN Super Paxette I (1956)
Estas pequenas telemétricas são excelentes tanto na óptica como na construção.
Têm lentes intermutáveis apesar do obturador de folhas.
Esta andou num dia de calor pela Alameda Afonso Henriques, a ver quem por lá jogava cartas ou simplesmente gozava o sol.

terça-feira, 18 de junho de 2013

SAMOCA Super 35X (1957)



138 - SAMOCA Super 35X (1957)
Gosto muito das máquinas que têm um segundo olho por cima da lente. Esta por acaso nem tem mas imita muito bem.
O circulo preto, que imita a segunda lente das TLR, é apenas uma espécie de roda dentada manipulada com o dedo para conseguir a focagem.
A empresa Sanei Sangyō K.K. produziu as Samoca, no Japão, entre 1952 e 1962.
Esta foi passear a Porto Covo.

MEYER Mimosa II (1951)



137 - MEYER Mimosa II (1951)
É a 35mm mais bojuda que eu conheço. A distância entre o carreto emissor e o carreto receptor está reduzida ao mínimo.
Está equipada com uma excelente objectiva Ludvig Meritar 50mm f/2.9 e um obturador Velax (B, 1/10-1/200).

quarta-feira, 29 de maio de 2013

DURST 66 (1956)



136 - DURST 66 (1956)
Produzida por Durst SA de Bolzano, Itália, empresa mais conhecida pela produção de ampliadores para os laboratórios fotográficos.
Trata-se de uma robusta 6X6 que usa rolos 120.
A objectiva é a Color Duplon de 80mm.
O fotógrafo só pode escolher a velocidade pois a abertura de diafragama é fixa.

KODAK Autographic Junior nº 1 (1914)



135 - KODAK Autographic Junior nº 1 (1914)
É espantosa a performance desta velhinha.
Achei que me podia dar sorte fotografar a família, no meu 68º aniversário, com uma máquina de 99 anos (se não o objecto pelo menos o conceito).
Como o dia era de sol o seu máximo de 1/50 era suficiente para disparar com abertura 32 e focagem a olhómetro.
Estes modelos "autographic" devem o seu nome ao facto de "nas traseiras" abrirem uma portinhola por onde o fotógrafo pode anotar "nas costas" da película.

domingo, 19 de maio de 2013

CAPTA I modelo 2 (1948)



134 - CAPTA I modelo 2 (1948)
É a minha primeira espanhola. De baquelite pura.
A empresa foi criada por Julio Matutano Benedito (1892-1947), um pequeno industrial valenciano.
Objetiva fixa de menisco e obturador de lâminas que permite fotografias em modo instantâneo ou pose. Produz imagens 4,5x6 cm sobre película de formato 120. 

FUJICA AZ-1 (1978)




133 - FUJICA AZ-1 (1978)
tem como standard uma objectiva zoom 43-75mm.
Caso se deseje ela pode calcular automáticamente a exposição com prioridade à abertura.
Foi ver as Máscaras Ibéricas na Baixa de Lisboa.

HALINA 35X (1959)



132 - HALINA 35X (1959)
35mm feita em Hong-Kong pela Haking.
Esta foi, mais tarde, revestida em vermelho.
Lente Halina Anastigmat 45mm, 1:3.5.
Foi ver as Máscaras Ibéricas na Baixa de Lisboa.

BRAUN Paxina (1950)



131 - BRAUN Paxina (1950)
Fabricadas em Nuremberga para usar rolos 120 e fazer fotografias em 6X6, têm uma fachada extensível com "tubo" em baquelite.
Três velocidades e três aberturas à disposição do fotógrafo. 
Juro que a estrutura depois de completamente estendida tapa parcialmente o que se vê pelo visor num prodígio de "ergonomia".
Fotografou a antiga capela do Monte Novo, agora cercada pela maquinaria agrícola.

domingo, 5 de maio de 2013

WOLF Luxa Six (1953)



130 - WOLF Luxa Six (1953)
Uma 6X6 alemã com um estilo próprio e algumas particularidades.
A focagem faz-se com uma das "rodas" da placa superior. 
Tem duas aberturas possíveis (11 e 7.7).
Duas janelas de cada lado do visor, quando observadas com os braços esticados, indicam a velocidade aconselhada para cada uma das aberturas disponíveis.
Fotografou em Alvalade (do Sado).

ILFORD Advocate (1949)


129 - ILFORD Advocate (1949)
Esta elegantíssima inglesa, toda vestida de branco, nasceu no pós guerra.
É uma 35 mm a tender para a grande angular.
Algo correu mal (o avanço da película) e, sem querer, produzi uma panorâmica alentejana, lá para os lados do Vale de Água.

terça-feira, 30 de abril de 2013

KODAK Retina I, tipo 148 (1939)



128 - KODAK Retina I, tipo 148 (1939)
Um pequeno fole permite projectar a lente Anastigmat-Ektar para os seus 5cm de distância focal. O obturador é o Compur-Rapid.
Não há cá fotómetros nem telémetros, é mesmo a olho. 
Passeou-se por Belém.

BOLSEY C ( 1950)



127 - BOLSEY C ( 1950)
Uma americana invulgar na forma e na substância, 35mm e TLR.
É muito pequena e tanto se pode focar pelo visor horizontal na placa superior como por um visor convencional.
Foi ver o BESPHOTO no CCB.

MEOPTA Flexaret VI (1961)



126 - MEOPTA Flexaret VI (1961)
Uma TLR checo-eslovaca, de reputada marca muito conhecida pelos seus ampliadores.
Usa rolos 120 e faz fotos 6X6.
Lente Meopta Belar 80mm f3.5 e obturador 
Prontor SVS/Metax 1/400.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

AGFA Optima Reflex (1959)



125 - AGFA Optima Reflex (1959)
Uma TLR com os seus dois olhos sogrepostos dentro de um círculo, alimentando com luz o prisma e o filme. 
Tem telémetro e um fotómetro de selénio que lhe permite calcular a abertura e velocidade adequadas à luz disponível.
Dentro do visor aparece luz verde ou vermelha para dizer a quem dispara se pode avançar ou se vai faltar luz.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

KODAK Colorsnap 35 Model 2 (1964)



124 - KODAK Colorsnap 35 Model 2 (1964)
Produzida pela filial inglesa da Kodak.
Destinava-se a fotógrafos incipientes pelo que, em vez de aberturas de diafragma, eram apresentados para selecção vários ícones representando desde núvens escuras até sol radioso.
Foi, como iria qualquer turista nos anos 60, até Alfama.

KODAK Retina Automatic I (1960)



123- KODAK Retina Automatic I (1960)
No dealbar dos gloriosos anos sessenta a Kodak produzia no seu ramo alemão esta 35mm com medição automática (fotómetro de selénio).
Lente Schneider Kreuznach Retina-Reomar 1:2,8/45mm e obturador Prontormat-S.
A focagem é feita por zonas.

KOWA H (1963)



122 - KOWA H (1963)
Japonesa, 35mm, SLR.
Tem um obturador de lâminas pelo que o filme tem de ser protegido por uma "porta" enquanto a luz é enviada pelo espelho para o visor. Quer o espelho quer a porta fecham, e abrem, em sincronia com o obturador.
Complicado, não é? Mas o milagre é que funciona.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

PURMA Special (1937)



121 - PURMA Special (1937)
Esta inglesa de baquelite, elegantíssima, é a minha companhia neste fim de semana.
É a única câmara que eu conheço em que basta mudar de posição (horizontal/vertical) para alterar a velocidade de obturação por efeito da força da gravidade.
Gasta rolos 127 e faz fotos em 4X4 cms.