segunda-feira, 30 de setembro de 2013
FERRANIA Ibis 44 (1956)
168 - FERRANIA Ibis 44 (1956)
Uma italiana, o que não é muito comum nestas paragens.
Como o nome indica faz 4X4 em rolos 127.
É prima direita da Bilora Bella 44 (dizem as más línguas que foram ambas produzidas na mesma fábrica alemã).
Tem duas velocidades (1/50 e 1/100) e duas aberturas (f7.7 e f12).
Fotografou uma ponte em Chaves.
DACORA Daci Royal (1950)
167 - DACORA Daci Royal (1950)
Uma câmara de médio formato, 6X6 em rolos 120.
Abertura f9, imutável tal como a velocidade de obturação.
Permite regular a focagem.
Era feita em quatro cores: vermelho, verde, cinzento e preto.
Fotografou a igreja da famosa aldeia fronteiriça de Rio de Onor, no Parque do Montesinho em Trás-os-Montes.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
WELTA Penti I (1961)
163 - WELTA Penti I (1961)
Esta pequena câmara douranda foi produzida na ex-RDA, pela VEB Kinowerke, antecessora da Pentacon.
Usa 35mm na versão Rapid da Agfa. Ou seja, duas bobines (uma emissora e outra receptora) entre as quais a película circula e dentro das quais se enrola sobre si própria.
Para esta experiência foi usado um rolo Rapid dos anos 80 do século passado.
KODAK Instamatic 100 (1963)
162 - KODAK Instamatic 100 (1963)
A primeira "point and shoot" desta famosa série desenvolvida por Dean M. Peterson, num design ainda hoje paradigmático.
Simplicidade absoluta com abertura e velocidade fixas, mas não só.
A película é usada sob a forma dos rolos "cartridge" 126 (na foto) para total facilidade de carregamento e manipulação.
Neste caso foi usado um rolo cuja validade cessava em 1991.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
ENSIGN Vest Pocket (1926)
160 - ENSIGN Vest Pocket (1926)
Uma inglesa, em alumínio, de estrutura rebatível.
Lançada para concorrer com a congénere da Kodak, adoptou os rolos 127 em formato 4X6,5 cm.
Escusam de elogiar o enquadramento pois não era isto que eu queria fotografar. Pela primeira vez aconteceu-me espreitar por um visor que está, sei agora, desalinhado relativamente à lente.
ZEISS Ikon Kolibri (1930)
158 - ZEISS Ikon Kolibri (1930)
Com o seu engraçado pézinho ela consegue manter-se ao alto, mesmo com o canhão da objectiva retráctil estendido. O nome deve vir daí.
No topo os dois rectângulos de chapa, de tamanhos desiguais, servem de visor e, fora de uso, recaiem um para cada lado.
Rolos 127 e fotografias 3X4 cm.
Andou a ver os apetrechos dos pescadores de Sines.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
BENCINI Comet III (1953)
156 - BENCINI Comet III (1953)
Esta italiana quer fazer-se passar por máquina de filmar, com o seu porte altivo e vertical.
Mas é "apenas" uma Câmara fotográfica que usa rolos 127 e produz fotografias de 3X4 cm.
Fez reportagem na Expo e apanhou a D. Catarina de Bragança, a tal que levou Tanger e Bombaim no dote para se casar com Carlos II.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
BELL & HOWELL Dial 35 (1963)
150 - BELL & HOWELL Dial 35 (1963)
Como se pode ver a ideia de misturar telefones com máquinas fotográficas remonta aos anos 60. Neste caso os "dials" são apenas decorativos e usados para estabelecer a sensibilidade da película.
Tal como a sua irmã gémea, a CANON Dial 35, usa rolos 135 mas produz o chamado meio formato (18X24 mm).
A pega cilindrica inferior constitui um mecanismo de "corda" que uma vez accionado permite 20 disparos com avanço automático.
AGFA Synchro Box (1951)
149 - AGFA Synchro Box (1951)
Este simpático caixote foi-me oferecido pela minha amiga holandesa Isabel.
Foi dela desde a adolescência e tem, adequadamente, um estojo de pele cor de rosa.
Como muitas vezes acontece com as máquinas antigas o obturador está cansado, ou seja, funciona mais lentamente do que devia.
Eu cometi a imprudência de a experimentar em dia de luz intensa.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
ROLLEIFLEX SL35E (1978)
148 - ROLLEIFLEX SL35E (1978)
Uma 35mm lançada em 1978 e produzida até à falência da Rollei em 1981, quando tiveram que fechar a fábrica em Singapura para se concentrarem nos produtos topo de gama.
Tem obturador vertical, electrónico, de plano focal. Pode funcionar em modo "prioridade à abertura", mostrando a velocidade resultante no visor através de LEDs.
OLYMPUS Ecru (1991)
147 - OLYMPUS Ecru (1991)
Uma câmara 35mm invulgar produzida em edição limitada (10.000 no Japão mais 10.000 no resto do mundo.
O nome, e a própria côr "branco sujo", remetem para o termo português "cru", e para uma abordagem intelectual mais próxima do natural.
O funcionamento é o de uma "point & shoot", objectiva 35mm/3.5. Tem flash incorporado.
terça-feira, 9 de julho de 2013
ENSIGN Commando (1949)
144 - ENSIGN Commando (1949)
Esta telemétrica inglesa do pós-guerra tem uma característica única; a focagem faz-se não pelo avanço ou recuo da lente mas sim pela deslocação do plano focal onde se situa a película.
Produz imagens em 6X6 ou 6X4,5 cms, bastando ao fotógrafo mover uma espécie de portas articuladas que transformam o quadrado exposto em rectângulo.
terça-feira, 2 de julho de 2013
OLYMPUS OM-10 (1979)
142 - OLYMPUS OM-10 (1979)
As Olympus OM foram, no princípio dos anos 70, uma importante novidade no mercado das SLRs, pelo seu reduzido tamanho e qualidade.
Este modelo OM-10 faz parte de uma série mais económica e automática mas, no caso vertente, a adição de um "adaptador manual" tornou possível a definição da velocidade pelo fotógrafo.
A famosa objectiva Zuiko 50mm - 1.8 não deixa os seus créditos por mãos alheias.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
AGILUX Agimatic (1958)
140 - AGILUX Agimatic (1958)
Esta máquina inglesa (embora esteja com problemas na focagem) tem vários aspectos interessantes.
Por exemplo o botão de disparo, se se levar o seu curso até ao fim, procede ao avanço da película garantindo que a máquina fica imediatamente pronta para uma nova fotografia.
A Agimatic dispõe também de um curioso fotómetro de extinção que permite ao fotógrafo determinar a exposição a partir do número mais alto que conseguir divisar quando espreita pelo óculo do fotómetro.
Como se não bastasse ainda está dotada de uma máscara que adapta o visor à distância focal da objectiva montada em cada momento.
Em suma, uma câmara muito interessante.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
SAMOCA Super 35X (1957)
138 - SAMOCA Super 35X (1957)
Gosto muito das máquinas que têm um segundo olho por cima da lente. Esta por acaso nem tem mas imita muito bem.
O circulo preto, que imita a segunda lente das TLR, é apenas uma espécie de roda dentada manipulada com o dedo para conseguir a focagem.
A empresa Sanei Sangyō K.K. produziu as Samoca, no Japão, entre 1952 e 1962.
Esta foi passear a Porto Covo.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
DURST 66 (1956)
136 - DURST 66 (1956)
Produzida por Durst SA de Bolzano, Itália, empresa mais conhecida pela produção de ampliadores para os laboratórios fotográficos.
Trata-se de uma robusta 6X6 que usa rolos 120.
A objectiva é a Color Duplon de 80mm.
O fotógrafo só pode escolher a velocidade pois a abertura de diafragama é fixa.
KODAK Autographic Junior nº 1 (1914)
135 - KODAK Autographic Junior nº 1 (1914)
É espantosa a performance desta velhinha.
Achei que me podia dar sorte fotografar a família, no meu 68º aniversário, com uma máquina de 99 anos (se não o objecto pelo menos o conceito).
Como o dia era de sol o seu máximo de 1/50 era suficiente para disparar com abertura 32 e focagem a olhómetro.
Estes modelos "autographic" devem o seu nome ao facto de "nas traseiras" abrirem uma portinhola por onde o fotógrafo pode anotar "nas costas" da película.
domingo, 19 de maio de 2013
CAPTA I modelo 2 (1948)
134 - CAPTA I modelo 2 (1948)
É a minha primeira espanhola. De baquelite pura.
A empresa foi criada por Julio Matutano Benedito (1892-1947), um pequeno industrial valenciano.
Objetiva fixa de menisco e obturador de lâminas que permite fotografias em modo instantâneo ou pose. Produz imagens 4,5x6 cm sobre película de formato 120.
BRAUN Paxina (1950)
131 - BRAUN Paxina (1950)
Fabricadas em Nuremberga para usar rolos 120 e fazer fotografias em 6X6, têm uma fachada extensível com "tubo" em baquelite.
Três velocidades e três aberturas à disposição do fotógrafo.
Juro que a estrutura depois de completamente estendida tapa parcialmente o que se vê pelo visor num prodígio de "ergonomia".
Fotografou a antiga capela do Monte Novo, agora cercada pela maquinaria agrícola.
domingo, 5 de maio de 2013
WOLF Luxa Six (1953)
130 - WOLF Luxa Six (1953)
Uma 6X6 alemã com um estilo próprio e algumas particularidades.
A focagem faz-se com uma das "rodas" da placa superior.
Tem duas aberturas possíveis (11 e 7.7).
Duas janelas de cada lado do visor, quando observadas com os braços esticados, indicam a velocidade aconselhada para cada uma das aberturas disponíveis.
Fotografou em Alvalade (do Sado).
terça-feira, 30 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
AGFA Optima Reflex (1959)
125 - AGFA Optima Reflex (1959)
Uma TLR com os seus dois olhos sogrepostos dentro de um círculo, alimentando com luz o prisma e o filme.
Tem telémetro e um fotómetro de selénio que lhe permite calcular a abertura e velocidade adequadas à luz disponível.
Dentro do visor aparece luz verde ou vermelha para dizer a quem dispara se pode avançar ou se vai faltar luz.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
KODAK Colorsnap 35 Model 2 (1964)
124 - KODAK Colorsnap 35 Model 2 (1964)
Produzida pela filial inglesa da Kodak.
Destinava-se a fotógrafos incipientes pelo que, em vez de aberturas de diafragma, eram apresentados para selecção vários ícones representando desde núvens escuras até sol radioso.
Foi, como iria qualquer turista nos anos 60, até Alfama.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
PURMA Special (1937)
121 - PURMA Special (1937)
Esta inglesa de baquelite, elegantíssima, é a minha companhia neste fim de semana.
É a única câmara que eu conheço em que basta mudar de posição (horizontal/vertical) para alterar a velocidade de obturação por efeito da força da gravidade.
Gasta rolos 127 e faz fotos em 4X4 cms.
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