sexta-feira, 16 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
BELL & HOWELL Dial 35 (1963)
150 - BELL & HOWELL Dial 35 (1963)
Como se pode ver a ideia de misturar telefones com máquinas fotográficas remonta aos anos 60. Neste caso os "dials" são apenas decorativos e usados para estabelecer a sensibilidade da película.
Tal como a sua irmã gémea, a CANON Dial 35, usa rolos 135 mas produz o chamado meio formato (18X24 mm).
A pega cilindrica inferior constitui um mecanismo de "corda" que uma vez accionado permite 20 disparos com avanço automático.
AGFA Synchro Box (1951)
149 - AGFA Synchro Box (1951)
Este simpático caixote foi-me oferecido pela minha amiga holandesa Isabel.
Foi dela desde a adolescência e tem, adequadamente, um estojo de pele cor de rosa.
Como muitas vezes acontece com as máquinas antigas o obturador está cansado, ou seja, funciona mais lentamente do que devia.
Eu cometi a imprudência de a experimentar em dia de luz intensa.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
ROLLEIFLEX SL35E (1978)
148 - ROLLEIFLEX SL35E (1978)
Uma 35mm lançada em 1978 e produzida até à falência da Rollei em 1981, quando tiveram que fechar a fábrica em Singapura para se concentrarem nos produtos topo de gama.
Tem obturador vertical, electrónico, de plano focal. Pode funcionar em modo "prioridade à abertura", mostrando a velocidade resultante no visor através de LEDs.
OLYMPUS Ecru (1991)
147 - OLYMPUS Ecru (1991)
Uma câmara 35mm invulgar produzida em edição limitada (10.000 no Japão mais 10.000 no resto do mundo.
O nome, e a própria côr "branco sujo", remetem para o termo português "cru", e para uma abordagem intelectual mais próxima do natural.
O funcionamento é o de uma "point & shoot", objectiva 35mm/3.5. Tem flash incorporado.
terça-feira, 9 de julho de 2013
ENSIGN Commando (1949)
144 - ENSIGN Commando (1949)
Esta telemétrica inglesa do pós-guerra tem uma característica única; a focagem faz-se não pelo avanço ou recuo da lente mas sim pela deslocação do plano focal onde se situa a película.
Produz imagens em 6X6 ou 6X4,5 cms, bastando ao fotógrafo mover uma espécie de portas articuladas que transformam o quadrado exposto em rectângulo.
terça-feira, 2 de julho de 2013
OLYMPUS OM-10 (1979)
142 - OLYMPUS OM-10 (1979)
As Olympus OM foram, no princípio dos anos 70, uma importante novidade no mercado das SLRs, pelo seu reduzido tamanho e qualidade.
Este modelo OM-10 faz parte de uma série mais económica e automática mas, no caso vertente, a adição de um "adaptador manual" tornou possível a definição da velocidade pelo fotógrafo.
A famosa objectiva Zuiko 50mm - 1.8 não deixa os seus créditos por mãos alheias.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
AGILUX Agimatic (1958)
140 - AGILUX Agimatic (1958)
Esta máquina inglesa (embora esteja com problemas na focagem) tem vários aspectos interessantes.
Por exemplo o botão de disparo, se se levar o seu curso até ao fim, procede ao avanço da película garantindo que a máquina fica imediatamente pronta para uma nova fotografia.
A Agimatic dispõe também de um curioso fotómetro de extinção que permite ao fotógrafo determinar a exposição a partir do número mais alto que conseguir divisar quando espreita pelo óculo do fotómetro.
Como se não bastasse ainda está dotada de uma máscara que adapta o visor à distância focal da objectiva montada em cada momento.
Em suma, uma câmara muito interessante.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
SAMOCA Super 35X (1957)
138 - SAMOCA Super 35X (1957)
Gosto muito das máquinas que têm um segundo olho por cima da lente. Esta por acaso nem tem mas imita muito bem.
O circulo preto, que imita a segunda lente das TLR, é apenas uma espécie de roda dentada manipulada com o dedo para conseguir a focagem.
A empresa Sanei Sangyō K.K. produziu as Samoca, no Japão, entre 1952 e 1962.
Esta foi passear a Porto Covo.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
DURST 66 (1956)
136 - DURST 66 (1956)
Produzida por Durst SA de Bolzano, Itália, empresa mais conhecida pela produção de ampliadores para os laboratórios fotográficos.
Trata-se de uma robusta 6X6 que usa rolos 120.
A objectiva é a Color Duplon de 80mm.
O fotógrafo só pode escolher a velocidade pois a abertura de diafragama é fixa.
KODAK Autographic Junior nº 1 (1914)
135 - KODAK Autographic Junior nº 1 (1914)
É espantosa a performance desta velhinha.
Achei que me podia dar sorte fotografar a família, no meu 68º aniversário, com uma máquina de 99 anos (se não o objecto pelo menos o conceito).
Como o dia era de sol o seu máximo de 1/50 era suficiente para disparar com abertura 32 e focagem a olhómetro.
Estes modelos "autographic" devem o seu nome ao facto de "nas traseiras" abrirem uma portinhola por onde o fotógrafo pode anotar "nas costas" da película.
domingo, 19 de maio de 2013
CAPTA I modelo 2 (1948)
134 - CAPTA I modelo 2 (1948)
É a minha primeira espanhola. De baquelite pura.
A empresa foi criada por Julio Matutano Benedito (1892-1947), um pequeno industrial valenciano.
Objetiva fixa de menisco e obturador de lâminas que permite fotografias em modo instantâneo ou pose. Produz imagens 4,5x6 cm sobre película de formato 120.
BRAUN Paxina (1950)
131 - BRAUN Paxina (1950)
Fabricadas em Nuremberga para usar rolos 120 e fazer fotografias em 6X6, têm uma fachada extensível com "tubo" em baquelite.
Três velocidades e três aberturas à disposição do fotógrafo.
Juro que a estrutura depois de completamente estendida tapa parcialmente o que se vê pelo visor num prodígio de "ergonomia".
Fotografou a antiga capela do Monte Novo, agora cercada pela maquinaria agrícola.
domingo, 5 de maio de 2013
WOLF Luxa Six (1953)
130 - WOLF Luxa Six (1953)
Uma 6X6 alemã com um estilo próprio e algumas particularidades.
A focagem faz-se com uma das "rodas" da placa superior.
Tem duas aberturas possíveis (11 e 7.7).
Duas janelas de cada lado do visor, quando observadas com os braços esticados, indicam a velocidade aconselhada para cada uma das aberturas disponíveis.
Fotografou em Alvalade (do Sado).
terça-feira, 30 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
AGFA Optima Reflex (1959)
125 - AGFA Optima Reflex (1959)
Uma TLR com os seus dois olhos sogrepostos dentro de um círculo, alimentando com luz o prisma e o filme.
Tem telémetro e um fotómetro de selénio que lhe permite calcular a abertura e velocidade adequadas à luz disponível.
Dentro do visor aparece luz verde ou vermelha para dizer a quem dispara se pode avançar ou se vai faltar luz.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
KODAK Colorsnap 35 Model 2 (1964)
124 - KODAK Colorsnap 35 Model 2 (1964)
Produzida pela filial inglesa da Kodak.
Destinava-se a fotógrafos incipientes pelo que, em vez de aberturas de diafragma, eram apresentados para selecção vários ícones representando desde núvens escuras até sol radioso.
Foi, como iria qualquer turista nos anos 60, até Alfama.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
PURMA Special (1937)
121 - PURMA Special (1937)
Esta inglesa de baquelite, elegantíssima, é a minha companhia neste fim de semana.
É a única câmara que eu conheço em que basta mudar de posição (horizontal/vertical) para alterar a velocidade de obturação por efeito da força da gravidade.
Gasta rolos 127 e faz fotos em 4X4 cms.
AGFA Isolette III (1954)
120 - AGFA Isolette III (1954)
Muito sólida e "burguesa" esta Isolette (6X6) faz parte de uma família reputada.
Tem um telémetro não acoplado que, e vez, em quando passa umas rasteiras ao fotógrafo, que se esquece de transcrever as distâncias para a lente.
Andou pelas arribas fósseis da costa alentejana.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
SIGMA SA-7N (1999)
114 - SIGMA SA-7N (1999)
A marca é muito conhecida por causa das objectivas e não das câmaras.
Esta SA-7N, com zoom, que tem todas as comodidades modernas. À vista desarmada parece mais uma digital mas trabalha com rolos 35mm.
Neste dia, prós lados de S. Domingos, as florinhas amarelas anunciavam a Primavera.
sexta-feira, 22 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
RICOH Ricohmatic 35 (1960)
107 - RICOH Ricohmatic 35 (1960)
Um design feliz que viria a ser copiado pela soviética ZORKI 10, já aqui mencionada.
Tem como aspectos salientes o fotómetro à volta da objectiva e o avanço da película puxando o pedunculo que se pode observar na fotografia.
É de exposição automática o que significa, quando as máquinas são muito antigas, que não chegamos a saber se é normal o resultado obtido. Neste caso foi fracote.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
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