terça-feira, 9 de julho de 2013

ENSIGN Commando (1949)



144 - ENSIGN Commando (1949)
Esta telemétrica inglesa do pós-guerra tem uma característica única; a focagem faz-se não pelo avanço ou recuo da lente mas sim pela deslocação do plano focal onde se situa a película.
Produz imagens em 6X6 ou 6X4,5 cms, bastando ao fotógrafo mover uma espécie de portas articuladas que transformam o quadrado exposto em rectângulo.

terça-feira, 2 de julho de 2013

SARABER Finetta 88 (1953)




143 - SARABER Finetta 88 (1953)
Esta elegante câmara de alumínio foi produzida em Goslar na Alemanha.
Operativamente é básica pois não dispõe de telémetro ou fotómetro.
Está dotada de uma lente Finetar 2.8/45, intermutável.

OLYMPUS OM-10 (1979)



142 - OLYMPUS OM-10 (1979)
As Olympus OM foram, no princípio dos anos 70, uma importante novidade no mercado das SLRs, pelo seu reduzido tamanho e qualidade.
Este modelo OM-10 faz parte de uma série mais económica e automática mas, no caso vertente, a adição de um "adaptador manual" tornou possível a definição da velocidade pelo fotógrafo.
A famosa objectiva Zuiko 50mm - 1.8 não deixa os seus créditos por mãos alheias.

KODAK 2 Folding Pocket Brownie model B (1907)



141 - KODAK 2 Folding Pocket Brownie model B (1907)
É emocionante fotografar com esta caixa de madeira coberta de pele e orientação horizontal.
Lente de menisco com diafragma que tem três aberturas (1, 2 e 3 da maior à mais pequena).
Rolos 120 para fotografias 6X9.
Foi à praia em Carcavelos.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

AGILUX Agimatic (1958)



140 - AGILUX Agimatic (1958)
Esta máquina inglesa (embora esteja com problemas na focagem) tem vários aspectos interessantes.
Por exemplo o botão de disparo, se se levar o seu curso até ao fim, procede ao avanço da película garantindo que a máquina fica imediatamente pronta para uma nova fotografia.
A Agimatic dispõe também de um curioso fotómetro de extinção que permite ao fotógrafo determinar a exposição a partir do número mais alto que conseguir divisar quando espreita pelo óculo do fotómetro.
Como se não bastasse ainda está dotada de uma máscara que adapta o visor à distância focal da objectiva montada em cada momento.
Em suma, uma câmara muito interessante.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

BRAUN Super Paxette I (1956)



139 - BRAUN Super Paxette I (1956)
Estas pequenas telemétricas são excelentes tanto na óptica como na construção.
Têm lentes intermutáveis apesar do obturador de folhas.
Esta andou num dia de calor pela Alameda Afonso Henriques, a ver quem por lá jogava cartas ou simplesmente gozava o sol.

terça-feira, 18 de junho de 2013

SAMOCA Super 35X (1957)



138 - SAMOCA Super 35X (1957)
Gosto muito das máquinas que têm um segundo olho por cima da lente. Esta por acaso nem tem mas imita muito bem.
O circulo preto, que imita a segunda lente das TLR, é apenas uma espécie de roda dentada manipulada com o dedo para conseguir a focagem.
A empresa Sanei Sangyō K.K. produziu as Samoca, no Japão, entre 1952 e 1962.
Esta foi passear a Porto Covo.

MEYER Mimosa II (1951)



137 - MEYER Mimosa II (1951)
É a 35mm mais bojuda que eu conheço. A distância entre o carreto emissor e o carreto receptor está reduzida ao mínimo.
Está equipada com uma excelente objectiva Ludvig Meritar 50mm f/2.9 e um obturador Velax (B, 1/10-1/200).

quarta-feira, 29 de maio de 2013

DURST 66 (1956)



136 - DURST 66 (1956)
Produzida por Durst SA de Bolzano, Itália, empresa mais conhecida pela produção de ampliadores para os laboratórios fotográficos.
Trata-se de uma robusta 6X6 que usa rolos 120.
A objectiva é a Color Duplon de 80mm.
O fotógrafo só pode escolher a velocidade pois a abertura de diafragama é fixa.

KODAK Autographic Junior nº 1 (1914)



135 - KODAK Autographic Junior nº 1 (1914)
É espantosa a performance desta velhinha.
Achei que me podia dar sorte fotografar a família, no meu 68º aniversário, com uma máquina de 99 anos (se não o objecto pelo menos o conceito).
Como o dia era de sol o seu máximo de 1/50 era suficiente para disparar com abertura 32 e focagem a olhómetro.
Estes modelos "autographic" devem o seu nome ao facto de "nas traseiras" abrirem uma portinhola por onde o fotógrafo pode anotar "nas costas" da película.

domingo, 19 de maio de 2013

CAPTA I modelo 2 (1948)



134 - CAPTA I modelo 2 (1948)
É a minha primeira espanhola. De baquelite pura.
A empresa foi criada por Julio Matutano Benedito (1892-1947), um pequeno industrial valenciano.
Objetiva fixa de menisco e obturador de lâminas que permite fotografias em modo instantâneo ou pose. Produz imagens 4,5x6 cm sobre película de formato 120. 

FUJICA AZ-1 (1978)




133 - FUJICA AZ-1 (1978)
tem como standard uma objectiva zoom 43-75mm.
Caso se deseje ela pode calcular automáticamente a exposição com prioridade à abertura.
Foi ver as Máscaras Ibéricas na Baixa de Lisboa.

HALINA 35X (1959)



132 - HALINA 35X (1959)
35mm feita em Hong-Kong pela Haking.
Esta foi, mais tarde, revestida em vermelho.
Lente Halina Anastigmat 45mm, 1:3.5.
Foi ver as Máscaras Ibéricas na Baixa de Lisboa.

BRAUN Paxina (1950)



131 - BRAUN Paxina (1950)
Fabricadas em Nuremberga para usar rolos 120 e fazer fotografias em 6X6, têm uma fachada extensível com "tubo" em baquelite.
Três velocidades e três aberturas à disposição do fotógrafo. 
Juro que a estrutura depois de completamente estendida tapa parcialmente o que se vê pelo visor num prodígio de "ergonomia".
Fotografou a antiga capela do Monte Novo, agora cercada pela maquinaria agrícola.

domingo, 5 de maio de 2013

WOLF Luxa Six (1953)



130 - WOLF Luxa Six (1953)
Uma 6X6 alemã com um estilo próprio e algumas particularidades.
A focagem faz-se com uma das "rodas" da placa superior. 
Tem duas aberturas possíveis (11 e 7.7).
Duas janelas de cada lado do visor, quando observadas com os braços esticados, indicam a velocidade aconselhada para cada uma das aberturas disponíveis.
Fotografou em Alvalade (do Sado).

ILFORD Advocate (1949)


129 - ILFORD Advocate (1949)
Esta elegantíssima inglesa, toda vestida de branco, nasceu no pós guerra.
É uma 35 mm a tender para a grande angular.
Algo correu mal (o avanço da película) e, sem querer, produzi uma panorâmica alentejana, lá para os lados do Vale de Água.

terça-feira, 30 de abril de 2013

KODAK Retina I, tipo 148 (1939)



128 - KODAK Retina I, tipo 148 (1939)
Um pequeno fole permite projectar a lente Anastigmat-Ektar para os seus 5cm de distância focal. O obturador é o Compur-Rapid.
Não há cá fotómetros nem telémetros, é mesmo a olho. 
Passeou-se por Belém.

BOLSEY C ( 1950)



127 - BOLSEY C ( 1950)
Uma americana invulgar na forma e na substância, 35mm e TLR.
É muito pequena e tanto se pode focar pelo visor horizontal na placa superior como por um visor convencional.
Foi ver o BESPHOTO no CCB.

MEOPTA Flexaret VI (1961)



126 - MEOPTA Flexaret VI (1961)
Uma TLR checo-eslovaca, de reputada marca muito conhecida pelos seus ampliadores.
Usa rolos 120 e faz fotos 6X6.
Lente Meopta Belar 80mm f3.5 e obturador 
Prontor SVS/Metax 1/400.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

AGFA Optima Reflex (1959)



125 - AGFA Optima Reflex (1959)
Uma TLR com os seus dois olhos sogrepostos dentro de um círculo, alimentando com luz o prisma e o filme. 
Tem telémetro e um fotómetro de selénio que lhe permite calcular a abertura e velocidade adequadas à luz disponível.
Dentro do visor aparece luz verde ou vermelha para dizer a quem dispara se pode avançar ou se vai faltar luz.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

KODAK Colorsnap 35 Model 2 (1964)



124 - KODAK Colorsnap 35 Model 2 (1964)
Produzida pela filial inglesa da Kodak.
Destinava-se a fotógrafos incipientes pelo que, em vez de aberturas de diafragma, eram apresentados para selecção vários ícones representando desde núvens escuras até sol radioso.
Foi, como iria qualquer turista nos anos 60, até Alfama.

KODAK Retina Automatic I (1960)



123- KODAK Retina Automatic I (1960)
No dealbar dos gloriosos anos sessenta a Kodak produzia no seu ramo alemão esta 35mm com medição automática (fotómetro de selénio).
Lente Schneider Kreuznach Retina-Reomar 1:2,8/45mm e obturador Prontormat-S.
A focagem é feita por zonas.

KOWA H (1963)



122 - KOWA H (1963)
Japonesa, 35mm, SLR.
Tem um obturador de lâminas pelo que o filme tem de ser protegido por uma "porta" enquanto a luz é enviada pelo espelho para o visor. Quer o espelho quer a porta fecham, e abrem, em sincronia com o obturador.
Complicado, não é? Mas o milagre é que funciona.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

PURMA Special (1937)



121 - PURMA Special (1937)
Esta inglesa de baquelite, elegantíssima, é a minha companhia neste fim de semana.
É a única câmara que eu conheço em que basta mudar de posição (horizontal/vertical) para alterar a velocidade de obturação por efeito da força da gravidade.
Gasta rolos 127 e faz fotos em 4X4 cms.

AGFA Isolette III (1954)



120 - AGFA Isolette III (1954)
Muito sólida e "burguesa" esta Isolette (6X6) faz parte de uma família reputada.
Tem um telémetro não acoplado que, e vez, em quando passa umas rasteiras ao fotógrafo, que se esquece de transcrever as distâncias para a lente.
Andou pelas arribas fósseis da costa alentejana.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

KODAK Advantix T700 (1990)



119 - KODAK Advantix T700 (1990)
uma pequena e prática "point and shoot".
Usa rolos APS e faz, como fez neste caso, formato panorâmico.
Tem um pequeno zoom, flash e liga-se levantando a tampa frontal.

GILBERT Box (1953)



118 - GILBERT Box (1953)
Esta médio formato (6X9) inglesa apresenta-se com roupagens de crocodilo.
Mas o mais engraçado é que a estrutura frontal do visor pode rodar um quarto de volta para passar da fotografia vertical para horizontal.
Foi ao Largo das Amoreiras apreciar as belas árvores.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

RICOH Mirai 105 (1988)



117 - RICOH Mirai 105 (1988)
É uma daquelas máquinas com zoom encapsulado que, a certa altura, foram moda.
Usa rolos 35mm.
Quase tudo é automático no seu funcionamento.
Andou pela Baixa em dia de chuva.

MEOPTA Milona II (1945)



116 - MEOPTA Milona II (1945)
Uma checo-eslovaca, de estrutura rebatível, exactamente da minha idade (bem conservada coo eu).
Foi comigo conhecer a nova praia da Ribeira das Naus enquanto um grande navio de cruzeiros saía para o mar.

quinta-feira, 28 de março de 2013

CORONET 6-6 (1950)



115 - CORONET 6-6 (1950)
Uma inglesa de baquelite que não tem nada para regular.
Usa rolos 120 para produzir o formato 6X6.
Andou pelas velharias do Carvalhal.

SIGMA SA-7N (1999)



114 - SIGMA SA-7N (1999)
A marca é muito conhecida por causa das objectivas e não das câmaras.
Esta SA-7N, com zoom, que tem todas as comodidades modernas. À vista desarmada parece mais uma digital mas trabalha com rolos 35mm.
Neste dia, prós lados de S. Domingos, as florinhas amarelas anunciavam a Primavera.

sexta-feira, 22 de março de 2013

SAMOCA LE II (1961)



113 - SAMOCA LE II (1961)
Telemétrica japonesa de 35mm com fotómetro de selénio.
Lente Samocar 1:2,8/50mm

quarta-feira, 20 de março de 2013

MINOLTA Six (1935)



112 - MINOLTA Six (1935)
Uma sólida 6X6 vinda do Japão de antes da guerra com estrutura rebatível em baquelite. Fotografou esta pequena igreja em Santiago do Cacém. 

segunda-feira, 18 de março de 2013

ZORKI 4 (1956)



111 - ZORKI 4 (1956) 
Mais uma réplica da Leica com origem na URSS. Tem um telémetro integrado e produz resultados interessantes. Como em quase todas as soviéticas o rebobinar da película é uma espécie de charada para o utilizador

FUJI GA645Zi (1998)



110 - FUJI GA645Zi (1998)
Uma câmara médio formato que pode, se quisermos, funcionar como point and soot.
Avanço da película, focagem e medição automáticos se for essa a escolha do fotógrafo.

NIKON 35Ti (1993)



109 - NIKON 35Ti (1993)
Foi a despedida, em grande, das point-and-shoot com filme.
Corpo de titânio e uma originalidade, em vez do mostrador lcd tem um mostrador analógico que parece o tablier dum carro à moda antiga.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

ZEISS Super Ikonta B (1935)



108 - ZEISS Super Ikonta B (1935)
Esta reputadíssima máquina da ZEISS, que faz 6X6, obriga o fotógrafo a olhar por dois buracos.
Primeiro para focar e depois para enquadrar.
Andou pelo Cais do Sodré.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

RICOH Ricohmatic 35 (1960)



107 - RICOH Ricohmatic 35 (1960)
Um design feliz que viria a ser copiado pela soviética ZORKI 10, já aqui mencionada.
Tem como aspectos salientes o fotómetro à volta da objectiva e o avanço da película puxando o pedunculo que se pode observar na fotografia.
É de exposição automática o que significa, quando as máquinas são muito antigas, que não chegamos a saber se é normal o resultado obtido. Neste caso foi fracote.

GEVAERT Gevabox (1955)



106 - GEVAERT Gevabox (1955)
Um "caixote" em 6X9, em que se pode escolher duas velocidades (1/50 e 1/100) e duas aberturas (11 ou 16).
Não há, portanto, muito por onde escolher.

PETRI Flex 7 (1964)



105 - PETRI Flex 7 (1964)
Esta máquina copiou descaradamente o "look" da famosíssima Zeiss Contarex Bullseye, cinco anos mais velha.
Apesar disso é preciso reconhecer que tem uma qualidade de construção admirável, embora uns furos abaixo da Zeiss.
Fomos passear ao Corpo Santo.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

KODAK Signet 35 (1951)



104 - KODAK Signet 35 (1951)
A melhor Kodak da época, se considerarmos apenas as que eram fabricadas nos States.
É uma telemétrica com uma lente Ektar excelente (44mm f3.5).
Andou pelo vale de Chelas onde florescem as pequenas hortas quase todas mantidas por pessoas dos PALOPs.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

OLYMPUS XA2 (1980)



103 - OLYMPUS XA2 (1980)
Pertence a uma família de ultra-compactas, formato 35mm, que vivem dentro de uma divertida concha que, ao fechar-se, as desliga e lhes protege a lente.
A XA2 Faz focagem por zonas e determina a exposição automáticamente.

VOIGTLANDER Bessamatic (1959)



102 - VOIGTLANDER Bessamatic (1959)
É robusta e pesada (quase um quilo) esta SLR com obturador de três folhas.
Depois de disparar o visor fica em black-out até que se avance a película e, dessa forma, se arme de novo o obturador.
Dispõe de um fotómetro de selénio que pode ser lido no visor enquanto se enquadra ou foca o motivo.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

MINOLTA Maxxum 7000 (1985)



101 - MINOLTA Maxxum 7000 (1985)
Tem um lugar importante na história do desenvolvimento das câmaras fotográficas.
Foi a primeira a ter o mecanismo da focagem automática não na objectiva mas sim no corpo da máquina. Isso permitiu a produção de objectivas muito mais simples e baratas.
Também foi a primeira SLR a ter a manipulação do filme, avançar e rebobinar, totalmente automatizada.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

ROLLEIFLEX Magic I (1960)



100 - ROLLEIFLEX Magic I (1960)
Esta é a mal-amada Magic, só porque não deixa o fotógrafo intervir na exposição escolhendo a abertura e a velocidade.
Com a Magic o fotógrafo só tem que cuidar do enquadramento e da focagem.
Quanto ao resto, lá está a qualidade de construção e a excelente óptica da reputada marca.

CORFIELD Periflex Gold Star (1961)



099 - CORFIELD Periflex Gold Star (1961)
Inventadas por Kenneth (mais tarde Sir.) Corfield, as Periflex eram únicas pois a focagem era feita através de um pequeno periscópio que descia para trás da objectiva quando se armava o obturador. No momento do disparo o periscópio subia para desimpedir o caminho até à película.
A fortíssima concorrência japonesa levou ao encerramento da K.G.Corfield Ltd no início dos anos 70.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

CANON 7 (1961)



098 - CANON 7 (1961)
Foi a última câmara telemétrica da Canon a usar as objectivas com rosca M39 (como a Leica).
Tinha um fotómetro de selénio acoplado.
Andou para as bandas do Cercal.

PONTIAC Lynx II (1948)



097 - PONTIAC Lynx II (1948)
Câmara francesa de alumínio polido. É uma das minhas preferidas no plano estético.
Trabalha com rolos 127 e produz negativos em 3X4 cms.
A objectiva é uma 50mm Berthiot Flor 3.5 de quatro elementos.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

KONICA C35AF (1977)



096 - KONICA C35AF (1977)
A Konishiroku Photo Industry Company, Ltd., de Tóquio, foi quem lançou esta que foi a primeira câmara "de produção" com focagem automática.
A C35AF adoptou um sistema de focagem passivo, baseado em triangulações, que não vingou. Dois anos depois a Canon introduzia, com a AF35M, o sistema activo que foi adoptado pela indústria.

ZORKI 10 (1964)



095 - ZORKI 10 (1964)
A primeira máquina soviética totalmente automática.
Foi produzida pela Krasnogorski Mekhanicheskii Zavod (KMZ) até 1978.
O design delicioso (dizem que foi copiado da Ricoh Auto 35V) resulta da elegância do disparador e do colar de selénio à volta da objectiva.