domingo, 19 de maio de 2013

FUJICA AZ-1 (1978)




133 - FUJICA AZ-1 (1978)
tem como standard uma objectiva zoom 43-75mm.
Caso se deseje ela pode calcular automáticamente a exposição com prioridade à abertura.
Foi ver as Máscaras Ibéricas na Baixa de Lisboa.

HALINA 35X (1959)



132 - HALINA 35X (1959)
35mm feita em Hong-Kong pela Haking.
Esta foi, mais tarde, revestida em vermelho.
Lente Halina Anastigmat 45mm, 1:3.5.
Foi ver as Máscaras Ibéricas na Baixa de Lisboa.

BRAUN Paxina (1950)



131 - BRAUN Paxina (1950)
Fabricadas em Nuremberga para usar rolos 120 e fazer fotografias em 6X6, têm uma fachada extensível com "tubo" em baquelite.
Três velocidades e três aberturas à disposição do fotógrafo. 
Juro que a estrutura depois de completamente estendida tapa parcialmente o que se vê pelo visor num prodígio de "ergonomia".
Fotografou a antiga capela do Monte Novo, agora cercada pela maquinaria agrícola.

domingo, 5 de maio de 2013

WOLF Luxa Six (1953)



130 - WOLF Luxa Six (1953)
Uma 6X6 alemã com um estilo próprio e algumas particularidades.
A focagem faz-se com uma das "rodas" da placa superior. 
Tem duas aberturas possíveis (11 e 7.7).
Duas janelas de cada lado do visor, quando observadas com os braços esticados, indicam a velocidade aconselhada para cada uma das aberturas disponíveis.
Fotografou em Alvalade (do Sado).

ILFORD Advocate (1949)


129 - ILFORD Advocate (1949)
Esta elegantíssima inglesa, toda vestida de branco, nasceu no pós guerra.
É uma 35 mm a tender para a grande angular.
Algo correu mal (o avanço da película) e, sem querer, produzi uma panorâmica alentejana, lá para os lados do Vale de Água.

terça-feira, 30 de abril de 2013

KODAK Retina I, tipo 148 (1939)



128 - KODAK Retina I, tipo 148 (1939)
Um pequeno fole permite projectar a lente Anastigmat-Ektar para os seus 5cm de distância focal. O obturador é o Compur-Rapid.
Não há cá fotómetros nem telémetros, é mesmo a olho. 
Passeou-se por Belém.

BOLSEY C ( 1950)



127 - BOLSEY C ( 1950)
Uma americana invulgar na forma e na substância, 35mm e TLR.
É muito pequena e tanto se pode focar pelo visor horizontal na placa superior como por um visor convencional.
Foi ver o BESPHOTO no CCB.

MEOPTA Flexaret VI (1961)



126 - MEOPTA Flexaret VI (1961)
Uma TLR checo-eslovaca, de reputada marca muito conhecida pelos seus ampliadores.
Usa rolos 120 e faz fotos 6X6.
Lente Meopta Belar 80mm f3.5 e obturador 
Prontor SVS/Metax 1/400.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

AGFA Optima Reflex (1959)



125 - AGFA Optima Reflex (1959)
Uma TLR com os seus dois olhos sogrepostos dentro de um círculo, alimentando com luz o prisma e o filme. 
Tem telémetro e um fotómetro de selénio que lhe permite calcular a abertura e velocidade adequadas à luz disponível.
Dentro do visor aparece luz verde ou vermelha para dizer a quem dispara se pode avançar ou se vai faltar luz.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

KODAK Colorsnap 35 Model 2 (1964)



124 - KODAK Colorsnap 35 Model 2 (1964)
Produzida pela filial inglesa da Kodak.
Destinava-se a fotógrafos incipientes pelo que, em vez de aberturas de diafragma, eram apresentados para selecção vários ícones representando desde núvens escuras até sol radioso.
Foi, como iria qualquer turista nos anos 60, até Alfama.

KODAK Retina Automatic I (1960)



123- KODAK Retina Automatic I (1960)
No dealbar dos gloriosos anos sessenta a Kodak produzia no seu ramo alemão esta 35mm com medição automática (fotómetro de selénio).
Lente Schneider Kreuznach Retina-Reomar 1:2,8/45mm e obturador Prontormat-S.
A focagem é feita por zonas.

KOWA H (1963)



122 - KOWA H (1963)
Japonesa, 35mm, SLR.
Tem um obturador de lâminas pelo que o filme tem de ser protegido por uma "porta" enquanto a luz é enviada pelo espelho para o visor. Quer o espelho quer a porta fecham, e abrem, em sincronia com o obturador.
Complicado, não é? Mas o milagre é que funciona.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

PURMA Special (1937)



121 - PURMA Special (1937)
Esta inglesa de baquelite, elegantíssima, é a minha companhia neste fim de semana.
É a única câmara que eu conheço em que basta mudar de posição (horizontal/vertical) para alterar a velocidade de obturação por efeito da força da gravidade.
Gasta rolos 127 e faz fotos em 4X4 cms.

AGFA Isolette III (1954)



120 - AGFA Isolette III (1954)
Muito sólida e "burguesa" esta Isolette (6X6) faz parte de uma família reputada.
Tem um telémetro não acoplado que, e vez, em quando passa umas rasteiras ao fotógrafo, que se esquece de transcrever as distâncias para a lente.
Andou pelas arribas fósseis da costa alentejana.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

KODAK Advantix T700 (1990)



119 - KODAK Advantix T700 (1990)
uma pequena e prática "point and shoot".
Usa rolos APS e faz, como fez neste caso, formato panorâmico.
Tem um pequeno zoom, flash e liga-se levantando a tampa frontal.

GILBERT Box (1953)



118 - GILBERT Box (1953)
Esta médio formato (6X9) inglesa apresenta-se com roupagens de crocodilo.
Mas o mais engraçado é que a estrutura frontal do visor pode rodar um quarto de volta para passar da fotografia vertical para horizontal.
Foi ao Largo das Amoreiras apreciar as belas árvores.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

RICOH Mirai 105 (1988)



117 - RICOH Mirai 105 (1988)
É uma daquelas máquinas com zoom encapsulado que, a certa altura, foram moda.
Usa rolos 35mm.
Quase tudo é automático no seu funcionamento.
Andou pela Baixa em dia de chuva.

MEOPTA Milona II (1945)



116 - MEOPTA Milona II (1945)
Uma checo-eslovaca, de estrutura rebatível, exactamente da minha idade (bem conservada coo eu).
Foi comigo conhecer a nova praia da Ribeira das Naus enquanto um grande navio de cruzeiros saía para o mar.

quinta-feira, 28 de março de 2013

CORONET 6-6 (1950)



115 - CORONET 6-6 (1950)
Uma inglesa de baquelite que não tem nada para regular.
Usa rolos 120 para produzir o formato 6X6.
Andou pelas velharias do Carvalhal.

SIGMA SA-7N (1999)



114 - SIGMA SA-7N (1999)
A marca é muito conhecida por causa das objectivas e não das câmaras.
Esta SA-7N, com zoom, que tem todas as comodidades modernas. À vista desarmada parece mais uma digital mas trabalha com rolos 35mm.
Neste dia, prós lados de S. Domingos, as florinhas amarelas anunciavam a Primavera.

sexta-feira, 22 de março de 2013

SAMOCA LE II (1961)



113 - SAMOCA LE II (1961)
Telemétrica japonesa de 35mm com fotómetro de selénio.
Lente Samocar 1:2,8/50mm

quarta-feira, 20 de março de 2013

MINOLTA Six (1935)



112 - MINOLTA Six (1935)
Uma sólida 6X6 vinda do Japão de antes da guerra com estrutura rebatível em baquelite. Fotografou esta pequena igreja em Santiago do Cacém. 

segunda-feira, 18 de março de 2013

ZORKI 4 (1956)



111 - ZORKI 4 (1956) 
Mais uma réplica da Leica com origem na URSS. Tem um telémetro integrado e produz resultados interessantes. Como em quase todas as soviéticas o rebobinar da película é uma espécie de charada para o utilizador

FUJI GA645Zi (1998)



110 - FUJI GA645Zi (1998)
Uma câmara médio formato que pode, se quisermos, funcionar como point and soot.
Avanço da película, focagem e medição automáticos se for essa a escolha do fotógrafo.

NIKON 35Ti (1993)



109 - NIKON 35Ti (1993)
Foi a despedida, em grande, das point-and-shoot com filme.
Corpo de titânio e uma originalidade, em vez do mostrador lcd tem um mostrador analógico que parece o tablier dum carro à moda antiga.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

ZEISS Super Ikonta B (1935)



108 - ZEISS Super Ikonta B (1935)
Esta reputadíssima máquina da ZEISS, que faz 6X6, obriga o fotógrafo a olhar por dois buracos.
Primeiro para focar e depois para enquadrar.
Andou pelo Cais do Sodré.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

RICOH Ricohmatic 35 (1960)



107 - RICOH Ricohmatic 35 (1960)
Um design feliz que viria a ser copiado pela soviética ZORKI 10, já aqui mencionada.
Tem como aspectos salientes o fotómetro à volta da objectiva e o avanço da película puxando o pedunculo que se pode observar na fotografia.
É de exposição automática o que significa, quando as máquinas são muito antigas, que não chegamos a saber se é normal o resultado obtido. Neste caso foi fracote.

GEVAERT Gevabox (1955)



106 - GEVAERT Gevabox (1955)
Um "caixote" em 6X9, em que se pode escolher duas velocidades (1/50 e 1/100) e duas aberturas (11 ou 16).
Não há, portanto, muito por onde escolher.

PETRI Flex 7 (1964)



105 - PETRI Flex 7 (1964)
Esta máquina copiou descaradamente o "look" da famosíssima Zeiss Contarex Bullseye, cinco anos mais velha.
Apesar disso é preciso reconhecer que tem uma qualidade de construção admirável, embora uns furos abaixo da Zeiss.
Fomos passear ao Corpo Santo.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

KODAK Signet 35 (1951)



104 - KODAK Signet 35 (1951)
A melhor Kodak da época, se considerarmos apenas as que eram fabricadas nos States.
É uma telemétrica com uma lente Ektar excelente (44mm f3.5).
Andou pelo vale de Chelas onde florescem as pequenas hortas quase todas mantidas por pessoas dos PALOPs.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

OLYMPUS XA2 (1980)



103 - OLYMPUS XA2 (1980)
Pertence a uma família de ultra-compactas, formato 35mm, que vivem dentro de uma divertida concha que, ao fechar-se, as desliga e lhes protege a lente.
A XA2 Faz focagem por zonas e determina a exposição automáticamente.

VOIGTLANDER Bessamatic (1959)



102 - VOIGTLANDER Bessamatic (1959)
É robusta e pesada (quase um quilo) esta SLR com obturador de três folhas.
Depois de disparar o visor fica em black-out até que se avance a película e, dessa forma, se arme de novo o obturador.
Dispõe de um fotómetro de selénio que pode ser lido no visor enquanto se enquadra ou foca o motivo.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

MINOLTA Maxxum 7000 (1985)



101 - MINOLTA Maxxum 7000 (1985)
Tem um lugar importante na história do desenvolvimento das câmaras fotográficas.
Foi a primeira a ter o mecanismo da focagem automática não na objectiva mas sim no corpo da máquina. Isso permitiu a produção de objectivas muito mais simples e baratas.
Também foi a primeira SLR a ter a manipulação do filme, avançar e rebobinar, totalmente automatizada.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

ROLLEIFLEX Magic I (1960)



100 - ROLLEIFLEX Magic I (1960)
Esta é a mal-amada Magic, só porque não deixa o fotógrafo intervir na exposição escolhendo a abertura e a velocidade.
Com a Magic o fotógrafo só tem que cuidar do enquadramento e da focagem.
Quanto ao resto, lá está a qualidade de construção e a excelente óptica da reputada marca.

CORFIELD Periflex Gold Star (1961)



099 - CORFIELD Periflex Gold Star (1961)
Inventadas por Kenneth (mais tarde Sir.) Corfield, as Periflex eram únicas pois a focagem era feita através de um pequeno periscópio que descia para trás da objectiva quando se armava o obturador. No momento do disparo o periscópio subia para desimpedir o caminho até à película.
A fortíssima concorrência japonesa levou ao encerramento da K.G.Corfield Ltd no início dos anos 70.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

CANON 7 (1961)



098 - CANON 7 (1961)
Foi a última câmara telemétrica da Canon a usar as objectivas com rosca M39 (como a Leica).
Tinha um fotómetro de selénio acoplado.
Andou para as bandas do Cercal.

PONTIAC Lynx II (1948)



097 - PONTIAC Lynx II (1948)
Câmara francesa de alumínio polido. É uma das minhas preferidas no plano estético.
Trabalha com rolos 127 e produz negativos em 3X4 cms.
A objectiva é uma 50mm Berthiot Flor 3.5 de quatro elementos.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

KONICA C35AF (1977)



096 - KONICA C35AF (1977)
A Konishiroku Photo Industry Company, Ltd., de Tóquio, foi quem lançou esta que foi a primeira câmara "de produção" com focagem automática.
A C35AF adoptou um sistema de focagem passivo, baseado em triangulações, que não vingou. Dois anos depois a Canon introduzia, com a AF35M, o sistema activo que foi adoptado pela indústria.

ZORKI 10 (1964)



095 - ZORKI 10 (1964)
A primeira máquina soviética totalmente automática.
Foi produzida pela Krasnogorski Mekhanicheskii Zavod (KMZ) até 1978.
O design delicioso (dizem que foi copiado da Ricoh Auto 35V) resulta da elegância do disparador e do colar de selénio à volta da objectiva.

BILORA Bella 44 (1958)



094 - BILORA Bella 44 (1958)
Apesar do nome não se trata de uma Italiana.
Eram produzidas na Alemanha e, embora de condição modesta, preocupavam-se com a aparência. Digamos que tentavam diferenciar-se do cinzentismo reinante.
Trabalhavam com rolos 127 e produziam negativos 4X4cm.
Esta andou pelo Carvalhal.

LENINGRAD (1956)



093 - LENINGRAD (1956)
Esta maravilhosa 35mm, desenhada por I. Shapiro e produzida pela GOMZ (State Optical-Mechanical Factory) em plena época de Krutshev, é um objecto que me torna ficcionista pelas coisas que me leva a imaginar.
Tem uma mola, a que se dá corda, e que permite disparar vinte vezes sem nos preocuparmos com o avanço da película.
Ao contrário de muitas outras soviéticas não se trata de mais uma cópia de marca ocidental famosa. Foi mesmo premiada com o "Grand Prix” na "1958 World Exposition" em Bruxelas.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

KODAK Bantam 4.5 (1938)



092 - KODAK Bantam 4.5 (1938)
Outra pequeníssima Bantam, como as outras usando rolos 828 e produzindo o formato 28X40.
Esta pertence ao grupo de estrutura rebatível.

LEICA AF-C1 (1989)



091 - LEICA AF-C1 (1989)
Esta point and shoot de uma marca famosa saiu no ano da queda do muro.
Tem uma objectiva que, não sendo zoom, "pára" nos 40 e nos 80 mm, com o simples toque num botão.
Ergonomia perfeita para o utilizador descomprometido.

KODAK Retina IIc (1954)



090 - KODAK Retina IIc (1954)
Membro de uma longa série de câmaras 35mm fabricadas Estugarda pela Nagel Camerawerk, que a Kodak tinha adquirido em 1931. As Retinas fabricaram-se até aos anos 60 tendo começado em 1936.
Eram pequenas e económicas mas bem reputadas.

KODAK Bantam 6.3 (1935)



089 - KODAK Bantam 6.3 (1935)
Para as Bantam, das quais a mais famosa é a Special a Kodak inventou um novo tipo de rolo 35mm (anteriormente usado em cinema) aproveitando todo o espaço das perfurações que em fotografia eram desnecessárias. A película nestes novos rolos 828 era, no entanto, envolvida em papel, como nos rolos 120.
Levei-a para os lado de Belém mas não consegui fazer melhor do que isto.

KODAK Retinette 1B (1963)



088 - KODAK Retinette 1B (1963)
Membro de uma extensa série de Retinettes, esta "typ 45" foi produzida pela Kodak AG na Alemanha.
Com fotómetro acoplado ela estava equipada com o obturador PRONTOR LK.
Nunca foi importada pela a América.

ARGUS CC (1941)



087 - ARGUS CC (1941)
Esta 35mm teve uma vida muito curta, cerca de um ano, e foi a única Argus dotada de um fotómetro de selénio, mas não acoplado.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

NIKON FE (1978)



086 - NIKON FE (1978)
Uma máquina semi-profissional com cortinas metálicas de deslocação vertical.
Nesta experiência resolvi montar uma objectiva zoom (18-200), produzida 30 anos depois da FE, que normalmente uso com as modernas digitais (que não são full-frame).
A isso se deve a auréola preta.

MINOLTA Zoom 110 SLR (1976)



085 - MINOLTA Zoom 110 SLR (1976)
Apesar do seu estilo "nave espacial" mostrou-se de focagem problemática. A pequenez do filme 110 (um quarto do tamanho do 135) também não ajuda.
Tem um zoom 25-50mm e velocidade de obturação automática.
A fotografada é a Louise.

KODAK Retina Reflex III (1961)



084 - KODAK Retina Reflex III (1961)
Na lista infindável, e diversificada, de câmaras produzidas pela Kodak estas foram as primeiras reflex, com pentaprisma e fotómetro Gossen integrado.
Transpiram qualidade por todos os poros e os cinquenta anos passaram por elas sem se notar quase nada.