segunda-feira, 12 de novembro de 2012

KORELLE 4x6,5 (1931)



083 - KORELLE 4x6,5 (1931)
Um produto da "Franz Kochmann Fabrik photographischer Apparate".
Tem a estrutura rebatível.
Usa rolos 127 e produz um formato muito invulgar, 4x6,5 centímetros.

ULTRA-FEX (1946)


082 - ULTRA-FEX (1946)
No imediato pós-guerra fizeram, em França, estas máquinas em baquelite que usam rolos 620 e produzem formato 6X9.
Toda estrutura que suporta a lente é retráctil.

KODAK Brownie Twin 20 (1959)



081 - KODAK Brownie Twin 20 (1959)
O nome tem a ver com os dois "olhos" por cima da lente, um para enquadrar com a máquina na barriga e o outro para enquadrar levando a máquina à cara.
Usa rolos 620 e produz 6X6.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

ARGUS Autronic I (1962)



080 - ARGUS Autronic I (1962)
A Argus foi fundada 1936, em Ann Arbor, USA, e foi responsável por uma linha de produtos fotográficos bastante sui generis. A sua coroa de glória foi a popular C3 que se manteve em produção durante 27 anos.
Esta Autronic apresenta as linhas direitas da sua linhagem. Tem um grande fotómetro de selénio e a focagem efectua-se rodando o botão na face da câmara, ao lado da objectiva.

FED 5 (1977)



079 - FED 5 (1977)
É uma telemétrica que foi produzida na fábrica FED na cidade ucraniana de Kharkov entre 1977 e 1996. Usa um fotómetro de selénio.

KIEV 4 (1947)



078 - KIEV 4 (1947)
Depois da guerra, a linha de montagem da Contax (Zeiss) foi "realojada" na fábrica Arsenal em Kiev. Assim nasceu a marca Kiev.
A Kiev 4, uma cópia da Contax, tem a particularidade de as janelas do telémetro serem muito afastadas uma da outra proporcionando uma focagem muito rigorosa. Em contrapartida tornam provavel a inadvertida colocação do dedo do fotógrafo à frente da janela direita

ZENIT TTL (1977)



077 - ZENIT TTL (1977)
Uma SLR 35mm, sólida, produzida pela Krasnogorski Mekhanicheskii Zavod (KMZ), nos arredores de Moscovo durante o período soviético.
O visor está longe de ser luminoso o que torna mais difícil a operação de focagem.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

AGFA Agfamatic 508 (1978)



076 - AGFA Agfamatic 508 (1978)
Uma câmara de bolso que fazia o avanço da película como quem puxa a culatra de uma arma, num movimento em que ela encolhia e se estendia de novo.
Usa rolo 110.

KODAK Brownie 2 (1917)



075 - KODAK Brownie 2 (1917)
Nasceu no ano da Revolução Soviética, aproxima-se do centésimo aniversário.
É espantosa a naturalidade com que fotografou o centro de Lisboa.
Usa rolos 120 e produz negativos 6X9 cm.
A estrutura é feita de madeira.

BILORA Box Metal (1935)



074 - BILORA Box Metal (1935)
Esta já não é de madeira e ostenta o facto, orgulhosamente, no próprio nome. O visor é que continua a ser um quebra cabeças para o fotógrafo que nunca sabe muito bem se o enquadramento está correcto.
Passeou no Martim Moniz.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

MINOLTA SRT 100X (1977)



073 - MINOLTA SRT 100X (1977)
Esta SLR 35mm, que me foi oferecida pelo meu amigo Orlando Serra Dos Santos, mostrou toda a sua qualidade na belíssima praia da Galé.

YASHICA 230 AF (1987)



072 - YASHICA 230 AF (1987)
Está carregada de funcionalidades. O autofoco e a exposição automática funcionam com perfeição. Para além do mais tem uma ergonomia impecável.
É uma representante condigna das excelentes máquinas que já nos anos 80 existiam no mercado

domingo, 28 de outubro de 2012

VOIGTLANDER Vito Automatic I (1960)



071 - VOIGTLANDER Vito Automatic I (1960)
É uma simples 35mm destinada ao mercado dos amadores que não pretendiam gastar muito.
Tem cálculo automático da abertura a partir da velocidade estipulada pelo utilizador.
Não tem telémetro.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

MINOLTA Prod 20s (1990)



070 - MINOLTA Prod 20s (1990)
Um design retro com tiragem limitada a 20.000 exemplares.
Na prática funciona como qualquer "point and shoot".

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

KODAK Medalist II (1946)



069 - KODAK Medalist II (1946)
No ano seguinte ao meu nascimento nasceu, por sua vez, esta massiva e maciça Kodak (a maior parte das pessoas não tem ideia da fantástica quantidade e variedade de modelos que a Kodak produziu na sua história).
Fascina-me a helicoidal de focagem orgulhosamente exposta.
Usa rolos 620 para produzir originais em 6X9 cm.

BENCINI Comet S (1950)



068 - BENCINI Comet S (1950)
Uma pequena italiana, de folha, que gasta rolos 127 e faz o formato 3X4 cm. Só tem a velocidade de obturação 1/50 e pose (que se obtem levantando uma engraçada patilha junto à lente).

AGFA Silette tipo 3 (1958)



067 - AGFA Silette tipo 3 (1958)
Nem fotómetro, nem telémetro. A simplicidade de uma 35mm económica, com a qualidade alemã dos anos 50.

NIKON F50 ( 1994)



066 - NIKON F50 ( 1994)
Esta máquina é representativa do ponto onde tinham chegado as máquinas analógicas no dealbar da fotografia digital. Tem autofocus, calcula a exposição, tem avanço automático da película e várias outras facilidades de que hoje beneficiamos nas câmaras digitais.
Mas, como é óbvio, não mostrava imediatamente o resultado dos disparos.

BENCINI Koroll 24S (1953)



065 - BENCINI Koroll 24S (1953)
Uma italiana rudimentar que produz o estranho formato 3X4,5 em rolos 120.
Só tem uma velocidade (1/50) e duas aberturas (f9 e f16).

terça-feira, 16 de outubro de 2012

AGFA Billy Clack (1934)



064 - AGFA Billy Clack (1934)
Máquina de fole com a estrutura rebatível em estilo art-deco.
Faz fotografias em formato 6X4,5 a partir de rolos 120.
O mais difícil na sua utilização é usar os exíguos visores quando se quer enquadrar o motivo.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

MINOLTA AL-F 35 (1967)



063 - MINOLTA AL-F 35 (1967)
A característica mais interessante desta pequena câmara é um modo automático para flash. Dá prioridade à velocidade de obturação.

MAMIYA 135 (1977)



062 - MAMIYA 135 (1977)
Totalmente automática, com excepção da focagem, com recurso a uma CdS ( cadmium sulphide cell) colocada por cima da lente.
Mostra no visor a combinação abertura/velocidade que vai usar caso disparemos.

FUJI Fujica ST 605N (1978)



061 - FUJI Fujica ST 605N (1978)
Uma SLR 35mm muito sólida, com excelente medição TTL. Usa objectivas M42.

CANON Canonet QL19 (1965)



060 - CANON Canonet QL19 (1965)
Irmã gémea da famosa QL17 e da QL25, partilha com elas a utiização de uma CdS e da prioridade à velocidade de obturação (obturador Seiko).
Fez esta fotografia do hotel SANA Myriad, recentemente inaugurado.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

YASHICA Rapide (1961)



059 - YASHICA Rapide (1961)
É uma câmara bastante invulgar. Tem uma postura vertical mas o fotómetro, presente na parte superior, deve ser apontado ao objecto fotografado para determinar a exposição antes de disparar.
Além disso o avanço da película é obtido puxando pela pega de cabedal que sai da parte inferior.
Neste caso, a lente um tanto "velada" produz um efeito difuso e surpreendente.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

POUVA Start (1952)



058 - POUVA Start (1952)
Uma câmara em baquelite que produz fotografias no tamanho 6X6 a partir de rolos 120. Não tem muito que regular, só resta ao fotógrafo escolher entre duas aberturas possíveis. A objectiva retractil avança, ou recua, através de uma espiral.
Foi produzida pela Karl Pouva AG em Freital, perto de Dresden, na ex-Alemanha de Leste.

PETRI 7S (1963)



057 - PETRI 7S (1963)
é uma interessante telemétrica que também calcula aberturas automaticamente.
Para o efeito tem, à volta da lente, um colar por onde entra a luz para medição.

V.E.B. PERFECTA (1953)



056 - V.E.B. PERFECTA (1953)
Câmara de baquelite, que faz 6x6 em filme 120. Tem focagem fixa e foi produzida pela VEB Rheinmetall em Sömmerda (??), na Turíngia (RDA).

ZEISS Nettar (1949)



055 - ZEISS Nettar (1949)
A Nettar 518/16 (também conhecida como Signal Nettar e Nettar IIb) tem obturador Vario e óptica Novar f/4.5
Continua a prestar bons serviços apesar de ter mais de 60 anos.

DACORA Digna (1954)



054 - DACORA Digna (1954)
A simplicidade "em pessoa", e também a modéstia pois recolhe a objectiva para dentro do corpo quando está em repouso.
Faz 6X6 em rolos 120.

VOIGTLANDER Bessa 66 (1940)




053 - VOIGTLANDER Bessa 66 (1940)
Esta tem mais cinco anos do que eu. A coisa mais original da Bessa 66 (e da 46) é o disparador ser constituído por uma haste que sai de um orifício na tampa do fole.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

PENTAX Espio 200 (1998)



052 - PENTAX Espio 200 (1998)
Esta "big nose", estende a objectiva como se fosse o nariz do Pinóquio, até aos 200 mm.
É a 52ª câmara analógica que eu ressuscito neste ano da graça de 2012.
Tantas quantas as semanas do ano embora ainda estejamos no princípio de quarto trimestre.

CANON Ixus II (1999)



051 - CANON Ixus II (1999)
Esta minúscula câmara, que usa filme APS, permite três formatos de imagem. Para esta experiência usei o panorâmico.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

HALINA Roy (1960s)



050 - HALINA Roy (1960s)
Fabrica em Hong-Kong ou Macau nos anos 60. Usa rolos 127 e produz fotografias em 4X4.
A única coisa que o fotógrafo tem que fazer é enquadrar e disparar, não há qualquer regulação a fazer.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

KODAK Bantam Special (1936)



049 - KODAK Bantam Special (1936)
Esta câmara, que sai da sua concha de metal lacado quando é preciso, é na minha opinião das mais belas alguma vez produzidas.
Foi concebida para usar rolos de filme 828, uma espécie de 135 mas sem perfurações laterais, que há muito foram descontinuados.
Os resultados que obtive não foram lá grande coisa mas considero esta primeira tentativa como processo de aprendizagem.

domingo, 2 de setembro de 2012

ZEISS Contarex Bullseye (1959)



048 - ZEISS Contarex Bullseye (1959)
Esta portentosa câmara nasceu no mesmo ano de outras duas famosas: NIKON F e CANONFLEX. Tinha a pretensão de ser a melhor de sempre com as suas 1200 peças. Telémetro e fotómetro integrados completam uma qualidade de construção inacreditável.

sábado, 25 de agosto de 2012

KODAK Motormatic 35 (1960)



047 - KODAK Motormatic 35 (1960)
Uma 35mm com fotómetro de selénio que calcula aberturas a partir de velocidades de obturação fornecidas pelo fotógrafo.
Tem uma particularidade interessante, o avanço da película faz-se através de um "motor" a que se dá corda. Uma roda na base da câmara permite armar uma mola que se encarrega do avanço da película após cada disparo dá para uma dúzia de fotografias.
Muito confortável para os distraídos como eu.

domingo, 19 de agosto de 2012

KIEV 88 CM (1999)



046 - KIEV 88 CM (1999)
Esta é a sucessora de uma linha de câmaras soviéticas iniciada em 1957 com a designação Salyut e, mais tarde, KIEV 88. Clones soviéticas da Hasselblad 1600 F são muitas vezes referidas como "Hasselbladski" ou "Hasselblad dos pobres. Foram produzidas na fábrica Arsenal em Kiev.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

KORELLE Reflex IIa (1937)



045 - KORELLE Reflex IIa (1937)
Uma sólida reflex alemã dos anos trinta que faz fotografias 6X6 em rolos 120. Foi muito imitada nas décadas seguintes.
Continua operacional ainda que as velocidade de obturação mais altas já não tenham a pedalada inicial.

sábado, 21 de julho de 2012

ARGUS Argoflex 75 (1949)



044 - ARGUS Argoflex 75 (1949)
Uma pseudo-TLR da Argus que usa rolos 620, que há muito deixaram de ser comercializados. Uma máquina popular do pós-guerra na América. Não é preciso focar, nem indicar uma abertura de diafragma, nem definir uma velocidade de obturação. Basta escolher entre pose e instantâneo.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

LEICA IIIa (1938)



043 - LEICA IIIa (1938)
Esta máquina tem, supostamente, uma história dramática ligada à segunda guerra mundial, que já contei há tempos.
A objectiva é uma Summar 1:2 - 50mm.
É sempre emocionante usar um aparelhómetro destes. Está aí para as curvas.

domingo, 15 de julho de 2012

RICOH 500 (1957)



042 - RICOH 500 (1957)
É uma telemétrica muito bem construída e sólida.
O avanço da película faz-se usando o dedo indicador esquerdo numa espécie de gatilho articulado que se situa na plataforma inferior. Com esse mecanismo é possível alcançar um alto ritmo de disparos.

BALDA Super Baldina (1955)



041 - BALDA Super Baldina (1955)
Uma humilde telemétrica alemã que foi baptizada com um nome equívoco.
Tem uma objectiva retráctil.

sábado, 7 de julho de 2012

ARGUS C44 (1956)


040 - ARGUS C44 (1956)
Esta americana é pesadamente sólida e metálica.
Tem uma curiosidade: quando se dispara o botão fica recolhido mas, à medida que se roda o avanço da película, podemos vê-lo a crescer para recuperar a sua altura normal.

ARGUS C4 (1951)



039 - ARGUS C4 (1951)
Esta foi a antecessora da C44 (já apresentada).
É uma câmara competente que tem o telémetro acoplado.

ARGUS A2B (1939)



038 - ARGUS A2B (1939)
O corpo é de baquelite mas resistiu bem durante mais de 70 anos. A lente é retráctil e, dependendo da posição, permite apenas dois tipos de focagem (para retratos ou paisagem).
Na placa superior apresenta uma curiosa tabela para calculo da exposição.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

NIKON F Photomic T (1965)



037 - NIKON F Photomic T (1965)
Descendente directa da famosa NIKON F que tinha sido lançada em 1959 com enorme sucesso. Esta tem uma objectiva f 1.4 e, apesar da provecta idade, faz a medição da luz com grande precisão.

KONICA IIIM (1959)



036 - KONICA IIIM (1959)
Uma câmara muito engraçada, desde logo por causa do fotómetro de selénio basculante que, quando em uso, sobe e destapa o visor e a janela do telémetro.
Para além disso a alavanca de avanço da película, ao lado da objectiva, pode ser usada uma ou duas vezes (conforme se quer o meio formato ou o 35mm).

ARGUS C3 (1939)



035 - ARGUS C3 (1939)
Mais conhecida por "brick" (tijolo) por causa da sua forma paralelepipédica. Tem uma faceta irritante para quem já se habituou ao avanço automático da película. Tem um botão para destravar o avanço do filme mas, apesar disso, ainda é necessário armar o obturador antes de disparar.
Parece que se tornou famosa por ter aparecido nos filmes do Harry Potter.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

KONICA FP-1 (1981)



034 - KONICA FP-1 (1981)
Em 1981 a Konica resolveu lançar esta SLR que calcula automáticamente aberturas e velocidades. As medições funcionam satisfatóriamente.